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domingo, 30 de janeiro de 2011

2º Editorial de Janeiro de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011 - 1 Comment


“Ensinado demais” – “O Mestre Ilha” – “Os Sete Passos do Passe Magnético”

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!

Conta-se, que certa vez, um erudito pesquisador, ao desencarnar, foi arrastado para junto de um grupo de espíritos que vibrava em terrível sintonia.

Revoltado ele gritava que estavam enganados! Que ele não merecia estar naquele lugar junto com espíritos tão desprezíveis.

Ele era um estudioso! Um pesquisador que detinha o conhecimento dos mundos espirituais e da ciência física, no entanto, estava classificado junto aos que sofreriam por sua avareza e egoísmo.

Nos planos espirituais, seu padrão vibratório é sua sentença! Caem as máscaras e você estará onde deve estar e não onde quer estar. Ficará ao lado dos seus semelhantes que estão em sua mesma faixa vibratória.

Sabedor destas leis, ele afirmava que jamais havia enriquecido e nunca praticara a avareza e mesquinharia, por sequer ter tido posses materiais para tanto. Vivera e morrera pobre. Fora humilde dentro de suas pesquisas e sua vida toda fora dedicada ao estudo.

Aproximou-se dele então, um Mentor de Luz e ouviu suas queixas:

- Graças a Deus você chegou! Trouxeram-me aqui por engano! Nunca fui rico e não poderia ser comparado a estes mesquinhos que nunca distribuíram suas posses enquanto outros passavam fome ao seu lado. Eu nunca tive qualquer abastança na Terra.

- Meu irmão – disse o Mentor – No entanto repare que sua aura está da mesma cor destes que estão ao seu lado.

- Só pode ser um erro! – argumentava o estudioso – Como disse, eu nunca tive o que compartilhar para ser comparado a estes desprezíveis egoístas.

- Aqui não há máscaras – redargüiu o Mentor – O quê fizeste com todo o conhecimento que adquiriu? Por acaso o distribuíste? Escreveste livros? Instruíste aos teus irmãos menos esclarecidos? Compartilhastes com os sedentos de luz os frutos de seu conhecimento? Não! Foste tão mesquinho quanto qualquer destes infelizes milionários! Tua riqueza de saber foi egoisticamente guardada como os tesouros destes ao teu lado. A riqueza que eles guardaram ainda será distribuída agora que desencarnaram, mas e o teu conhecimento meu irmão? Para quem ficou?

Salve Deus!

Tia Neiva ao terminar uma carta queria que ela fosse imediatamente distribuída ao corpo mediúnico.

Mario Sassi, nosso Trino Tumuchy, ao editar seus livros, mesmo os de conhecimentos avançados como o “2000 Conjunção de Dois Planos” ou o “No Limiar do Terceiro Milênio” (insuperável pela descrição de técnicas superiores ao que encontramos hoje em muitos de nossos cursos internos e oficiais), enviou para diversas Bibliotecas Públicas de todo o Brasil!!! Eu pessoalmente encontrei seus livros publicamente expostos e com sua assinatura em algumas delas e descobri que foram remetidos por ele mesmo!

O Exílio do Jaguar compartilha nossas experiências e vivências doutrinárias. Aqui escrevo de coisas simples de nossa maravilhosa Doutrina e compartilho também minhas próprias experiências, sem nenhuma pretensão, apenas mantendo-me junto aos meus irmãos de jornada.

Respeito tudo o quê me foi pedido, e quando sinto a intuição, vou postando os assuntos, a maioria proposta por médiuns que diariamente me escrevem.

O “Mestre Ilha” (em referencia a isolar-se e não a alguém particularmente), que sabe, ou “acha que sabe”, os fundamentos de nossa Doutrina, e guarda para si todo o conhecimento ou ainda considera que “Tia não aprovaria essa divulgação”... Salve Deus! Não posso responder sobre isso! Tenho absoluta convicção que, se nosso Trino Tumuchy vivesse nos tempos atuais, estaria o dia inteiro se dedicando a escrever na Internet sobre os conhecimentos que tinha, respondendo incansavelmente os emails que lhe chegariam aos milhares.

Ao contrário dos “Ilhas”, que não concordam em distribuir conhecimento, tem os cobraram-me a explicação dos passos do “Passe Magnético”... Encontrei uma forma simples de explicar sem gerar a polêmica que o Trino Araken queria evitar, creio que assim não irei ferir sua recomendação e ele não vai “torcer meu pescoço”. Durante a semana prometo postar.

Resta ainda agradecer a chuva de emails que recebi devido ao texto de ontem “Não posso parar” e afirmar que o título é a expressão da verdade: Eu sei que não posso parar! Obrigado por todo carinho e energia que recebo de vocês e me faz sentir “pertinho de casa” novamente.

Um fraterno abraço,
Kazagrande

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

RESPOSTA 03: Devas, Exilados da Terra,

terça-feira, 25 de janeiro de 2011 - 3 Comments


(respondendo aos comentários atrasados)

Devas:

Entre as diversas funções exercidas pelos Mestres Devas, está a Classificação e Reclassificação!

Meus irmãos, a decisão de um Devas é soberana! Um Mestre Devas deve ter sido preparado para discernir e intuir no momento preciso de uma Consagração. Não há o quê questionar.

Obviamente toda a responsabilidade é dele também. Se interferir na jornada natural de um médium por suas preferências pessoais, amizades ou inimizades, estará deixando a individualidade e trabalhando com a personalidade. Um Devas que não se faça digno da grandiosa missão que ocupa, arca com conseqüências espirituais que sequer somos capazes de avaliar! Salve Deus!

EXILADOS DA TERRA - É um tema bastante extenso, meu irmão! Por favor, escreva diretamente para o meu email e poderemos abordar este assunto embasados em textos mais extensos e direcionados.

Sozinho nos Tronos - A Responsabilidade nos Tronos é do Doutrinador! Uma frase pesada, mas extremadamente real. Quando o Apará se sente “sozinho” nos Tronos, com o Doutrinador preocupado com o quê se passa ao seu redor, sem estar mediunizado, sintonizado com trabalho da Entidade, ele arrisca-se a também ser deixado “sozinho” nas horas em que vá necessitar de seus Mentores! Salve Deus!

São Tomas de Aquino – Assunto muito extenso, por favor envie por email e lhe responderei enviando material a respeito.

Doença é castigo? – Salve Deus! Minha irmã, não foi possível responder nos comentários, mas assim que possível irei tratar em um texto específico sobre este tema.

Paixão pelo Afilhado – Nossos complicados relacionamentos amorosos dentro da tribo também serão tema de um artigo específico.

Alguns dos comentários que aqui foram respondidos, eu não publiquei por tratarem de assunto de ordem muito pessoal e poderia expor o médium. Assuntos pessoais, por favor enviem sempre por email: kazagrande@bolivia.com

Um fraterno abraço,
Kazagrande

RESPOSTA 01: Angical e Tronos em um “Templo Pequeno”


(respondendo aos comentários)

Minha irmã Yuricy,
Salve Deus!

O Trabalho de Angical é uma conquista! Sendo assim, os médiuns devem valorizá-lo ao máximo, sob pena não manterem a emanação necessária para sua manutenção.

Entendo também que o Angical é um trabalho que necessita da Corrente Mestre e por tanto não deveria ser realizado em um Templo pequeno.

Realmente, para poder iniciar o Trabalho, existe a necessidade de no mínimo sete pares, mas esta quantidade não é considerada para o Encerramento. Haja visto, que para os próprios médiuns, o Encerramento se dá no momento em que terminam seu trabalho pessoal.

Quanto aos Tronos, é importante ressaltar, da mesma maneira, que um Templo deve viver suas condições reais! Se tem Corrente Mestre, deve obedecer rigorosamente às Leis. Não tendo condições de cumpri-las corretamente, é preferível que se adéqüe à realidade e volte a funcionar em regime de Trabalho Especial, onde não há a necessidade mínima dos três pares.

Concluindo: Cada Templo deve viver sua realidade, deixando as fantasias de implantar um Corrente Mestre, sem que tenha real condição de sustentá-la. Iniciar um novo trabalho dentro do Templo é uma responsabilidade a ser assumida por todos (assim como a Corrente Mestre).

No mundo espiritual não existem máscaras! Se a Corrente Mestre não é sustentável, ela não estará atuante! É preferível humildemente manter um Trabalho Especial, do que aventurar-se com forças que ainda não se têm a capacidade REAL de manipular e sustentar.

O Adjunto assume um compromisso ao trazer o Trabalho, confiando em seus componentes. Se estes não cumprem o compromisso... Salve Deus!
Agora, se o Adjunto assume o compromisso sem ter reais condições, sem deixar ciente todos os médiuns da responsabilidade, e leva em conta somente a vaidade... Salve Deus, de novo!

Agradeço a oportunidade de falar neste tema, que com certeza ainda renderá um excelente texto: “Os templos pequenos”.

Kazagrande

Comentado em Pérolas do Trino Araken

Desde nossas primeiras aulas no templo, sabemos que Tia Neiva deixou a Doutrina pronta. Deixou as Leis para serem cumpridas. Pois bem, tenho algumas dúvidas: Um templo pequeno onde existem poucos médios e muitos pacientes é correto deixar de atende-los porque não tem o mínimo de três pares? O Angical é formado por um mínimo de sete pares, um casal vai embora e ficam o comandante e mais seis pares e uma ninfa, este trabalho deve ser realizado mesmo assim ou se encerra o retiro e diz aos médios que infelizmente não se realizará o trabalho por falta de um jaguar? Tenho visto este tipo de situação acontecer e alguns médios julgarem o adjunto por ele realizar o trabalho.Mas o que o adjunto vai fazer com aqueles milhares de espíritos que aguardam esta oportunidade? Por favor me esclareça e também aos muitos que com certeza tem esta dúvida. Abraços fraternos, ninfa sol Yurycy

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Hora de Agradecer

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011 - 2 Comments


Ah... Quantas vezes somos apressados e tão perfeitos em nossas orações para pedir!!! Como conseguimos inspiração, e escolhemos bem as palavras, para rogar às nossas Entidades as suas benesses. Como sabemos dramatizar bem nossas aflições e desejos “tão necessários” para nossa jornada.

Ah... Como nos lembramos de preparar o ambiente, mentalizar com fé e buscar um ritual perfeito para pedir. Defumamos o ambiente, colocamos sal e perfume, visualizamos nossos pedidos...

Mas... Na maioria das vezes esquecemos das orações quando só necessitamos agradecer.

Quando tudo vai bem, as coisas seguem um rumo mais harmonioso, a primeira coisa que esquecemos é de agradecer.

Por vezes algumas palavras ditas quase que por obrigação, um “obrigado” meio forçado, que nem sempre vem com a mesma entonação dramática que damos quando estamos querendo alguma coisa.

Por que pedir é tão importante, e merece tanta atenção, e agradecer é tão facilmente esquecido ou desvalorizado?

Esquecemos que deve haver uma troca de energias. Recebemos e temos condições de doar. Quando tudo vai bem, e nossas energias estão harmoniosas, é o momento em que a espiritualidade mais precisa de nossa sincera doação. Desfrutamos de equilíbrio merecido, ou pedido, para que possamos verdadeiramente nos dedicarmos aos nossos compromissos espirituais.

Mas esquecemos...

Então a tempestade volta! Por vezes mais forte ainda! Único instrumento de retirar-nos de nossa comodidade, que já se transformava em conformismo, para acordarmos ao compromisso. Precisamos pedir novamente... Então voltamos a rezar, a pedir, a preparar o ambiente, a buscar formas de se fazer merecedor do que se pede. E ainda questionamos a justiça do quê se passa conosco neste momento triste.

Ninguém pode pela riqueza material garantir a felicidade perfeita, mas quando vertemos de nosso coração, de nossa alma, a energia necessária para nossos próximos, assim semeamos a verdadeira felicidade do espírito.

Na verdade nós é que podemos atender as preces de tantos que rogam aos céus uma melhora em suas vidas, uma cura pessoal ou de um ser amado. Somos médiuns, somos Jaguares! Temos tudo em nossas mãos para fazer o bem aos outros, e desta forma semearmos o quê verdadeiramente poderemos vir a merecer... E sem nada pedir!

O trabalho espiritual é nossa ferramenta sagrada para atender àqueles que lutam e sofrem mais que nós mesmos.

Perdoar a todos que nos ferem, consciente ou inconscientemente, é uma benção de alívio para quem sofre sob o peso da culpa, seja conhecedor dela ou não.

Atitudes de compreensão e atenção são sementes de amor incondicional lançadas na terra ressecada da alma dos revoltosos e incompreendidos.

Um abraço, um sorriso fraterno tonificam as forças daqueles que estão prestes a entregarem-se a depressão.

Não precisamos pedir... Apenas agradecer e semear! Somos fruto do quê plantamos no passado, e seremos amanhã o resultado do quê semeamos hoje!

Kazagrande

Publicado originalmente, aqui no Exílio, com o título de “Pedir ou Agradecer” em junho de 2010

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Editorial – Janeiro de 2011

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011 - 3 Comments


E-mails e Comentários

Com grande alegria e responsabilidade recebo aos que diariamente me escrevem. Respondo a todos com o mesmo carinho e respeito.

Nem sempre é possível responder imediatamente, pois o trabalho material e a vida familiar são parte de minha realidade e, por conseguinte, de minha missão.

Porém, sempre respondo a todos! Se algum dia você escreveu e não obteve resposta, pode ter certeza que ela parou na sua caixa de spams ou mandei para o endereço errado. Mas pode ter certeza que foi respondido e reenviarei se solicitado.

99% dos comentários são postados, um ou outro, procuro contato para responder particularmente em função de necessitar de uma resposta mais extensa ou mesmo particular, evitando expor o médium leitor.

Ontem recebi um interessante comentário de um Ajanã e fiquei com “a resposta pronta” o dia inteiro, esperando chegar em casa para poder enviar. Porém, já havia tantos emails na espera, que perdi a noção do tempo e quase que o blog fica sem texto para hoje. Fui salvo por outro companheiro Ajanã, Mestre Anderson, que sempre envia algum texto inspirado para auxiliar-me nesta pequena jornada: O DOUTRINADOR - RAIO DE LUZ! É seu texto de hoje. Amanhã publicarei a segunda parte de nossa “Herança Cigana” e também a resposta ao Mestre Ajanã que me procurou nos comentários e creio que será útil para todos nós.

Dia a dia construímos este pequeno espaço. Dos emails com dúvidas é que nascem a maioria dos textos. Guardo as respostas enviadas e, quando menos espero, chega a intuição para transformá-las em algo a ser compartilhado com todos.

Por isso, eu que nem ia escrever hoje, rendo-me ao teclado para registrar meu profundo agradecimento a todos vocês leitores que escrevem, comentam, vibram e emanam esta pequena ponte de Luz que me permite manter contato com o povo que amo.

Um fraterno abraço,
Kazagrande

O DOUTRINADOR - RAIO DE LUZ!


Salve Deus! Meus Irmãos e Irmãs, ao observamos o sol podemos perceber que, o mesmo, ao atingir qualquer objeto projeta uma sombra deste. Aquela sombra, simplesmente é onde houve o impedimento de que os raios solares se fizessem presentes. Ela não é em si a parte ruim do objeto, na verdade nem chega a fazer parte do mesmo, é apenas uma projeção sem luz.

Nossos irmãos que estão na escuridão, desta forma, não são “coisa” ruim ou algo que se deve combater, pois a luz apenas se faz presente, nada precisa combater ou mesmo se impor. Estes irmãos são consciências sem esclarecimento, que um dia se perderam em suas expiações ou provas cármicas, muitas vezes tendo aumentado seu ódio através de nós mesmos, em outras eras, quando deixamos de passar-lhes o exemplo do perdão.

A grandiosa mãe clarividente, Tia Neiva, trouxe-nos os filhos do sol, suas sementes de paz e esperança: os Doutrinadores. Agora as nuvens cinzas de chuva podem conhecer os raios do sol e se transformarem nas águas da cura espiritual. Não vivemos mais entre dúvidas da maldade e da disputa, somos completos por nossa Missão! O conhecimento dos raios de forças tornou-nos aptos a realização de todas as obras do Grande Simiromba de Deus! Esta é uma proposta da beleza Universal, onde os irmãos podem se enxergar através dos olhos da fraternidade.

Quanto mais equilibrado for o Doutrinador, mais o sol estará alinhado com seu chakra coronário, fazendo com que o mesmo seja capaz de projetar imensa quantidade de raios de luz e ao mesmo tempo, diminuir a projeção da própria sombra. A grande dominação que este Mestre melhor pode exercer, é a que é feita sobre si mesmo. Pois a ativação mental, conseqüência de tanta energia recebida, pode tornar sua personalidade marcada por eufórico individualismo; assim, deve buscar o contrapeso em seu coração, para não desviar-se do caminho da humildade.

O resgate de muitos que ficaram pelo caminho do sofrimento, não é apenas através das palavras, mas especialmente pelo sentimento e bom exemplo. Alguém que pretende sair de um pântano não despenderia sua fé em outro na mesma situação. Por isto, a importância do Mestre não ingerir álcool ou utilizar entorpecentes, pois estas substâncias rebaixam o seu padrão vibratório, intoxicam seu centro nervoso, prejudicando seu controle psicomotor e funcionamento do chakra coronário, e principalmente, o desacredita perante os que o aguardam para o progresso de suas almas.

Um Doutrinador dedicado é um irmão e filho de confiança, é um pai que sabe amar os filhos que um dia o maltrataram; é um senhor de plantações de boas obras, não de escravos; é um Mestre que compreende a morte, mas valoriza a vida; é aquele em que nós, Aparás, entregamos muito do que recebemos. É a verdadeira proposta de paz de Francisco de Assis!

Poderia ter algo a pedir, mas graças a Deus, temos a presença de muitos Doutrinadores esclarecidos, estes que carregarão o jugo leve, pois o bem que em si cultivam, semeiam a vontade de Cristo Jesus. Não haverá a mais pesada pedra que bloqueie o caminho de suas mãos, e nem a mais irracional discórdia que retire a sua capacidade de enxergar Deus em seu irmão.

Salve Deus!
Anderson Augusto
Mestre Lua

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Pastor e Pai João de Enoque (Rep.)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 - 3 Comments


Atendendo aos pedidos dos que não localizam o texto no blog, faço esta republicação. (Baseado em fatos reais)

O Pastor Otávio naquele dia estava inspirado. Falando com eloqüência para um grupo de fiéis:

- Sim! Hoje veremos o triunfo de Jesus sobre todas as forças do mal. Vamos àquela casa de macumbeiros e os colocaremos frente às provas de Deus. Ousam falar no nome de Jesus, mas com certeza não conhecem a Sua Palavra! Hoje conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará! Todos aqueles pobres enganados voltarão para Deus e nós o acolheremos com o perdão divino.

Otávio era um homem culto, estudioso da Bíblia e sua igreja uma das mais respeitadas da cidade. Não era uma seita evangélica, era uma igreja que exigia de seus pastores toda uma formação e um sério comprometimento com sua missão.

Sim! Ele era um missionário! De fé fervorosa, respeitado e entusiasta da evangelização. Sabia como tratar seus seguidores com respeito, e cativá-los na crença de um Deus de amor e soberano, que jamais poderia ser confundido com as trevas.

O desafio estava lançado, há tempos prometia uma visita ao Vale do Amanhecer para poder falar do que testemunharia pessoalmente. Já ouvira várias histórias, sobre curas até de membros de sua igreja. Mas sua preocupação não era em perder fieis e sim, em saber que pessoas estivessem deixando a Palavra de Deus para seguir um “demônio” qualquer, para serem extorquidas do pouco que possuíam.

Reuniu naquele fim de tarde um grupo para que testemunhassem o momento em que faria cair a máscara dos tais “pretos velhos”... Seriam eles anjos ou demônios?

Os fieis que o acompanhariam, aguardavam ansiosos na porta da igreja, mas ele sentiu que deveria orar:

- Senhor! Não permita que eu cometa nenhuma injustiça, que magoe qualquer inocente. Quero agir em Teu Santo Nome para resgatar os filhos perdidos e iludidos pelas artimanhas de Satanás. Que eu possa ser justo como é justo Teu Amor. Dai-me forças para não sucumbir nesta jornada!

E acrescentou ao final:

- Tua Santa Palavra será o meu guia. Nenhum demônio será capaz de proferir e conhecer a Tua Santa Vontade expressa em Tua Palavra!

Respirou fundo, abraçou sua Bíblia e foi ao encontro dos que lhe aguardavam.
Enquanto isso no Templo do Amanhecer, aproveitando a visita de um grupo proveniente do Templo Mãe, Marcos, o presidente do Templo estava trabalhando nos Tronos com Pai João de Enoque. Já haviam terminado de atender os pacientes e ele já pensava na refeição que estava sendo preparada pela sua ninfa, para confraternizar com todos.

- Salve Deus Pai João, já podemos encerrar os trabalhos?

- Não meu filho, ainda aguardamos mais um doutrinador que vem nos visitar!

Naquele momento cruzava as portas do templo o Pastor Otávio e seus seguidores...

Marcos ao ver o Pastor, gelou! Temia por um confronto ou um escândalo dentro do Templo, pensou em encerrar o trabalho imediatamente. Mas Pai João lhe deu toda fé que precisava naquele instante:

- Chegou nosso esperado visitante! – Afirmou Pai João de Enoque.

Um dos oito seguidores do Pastor entrou avisando a recepcionista que não iriam pagar nada, que o Pastor estava ali é justamente para libertá-los da tristeza e exploração.

- Aqui ninguém cobra nada meu irmão, de ninguém! – Respondeu com doçura a surpreendida recepcionista.

O fiel, afetado pelo impacto da docilidade, frente a sua disposição para qualquer enfrentamento, sentiu abrandar seu coração. Aquele lugar também era lindo... Parecia haver um suave perfume no ar, combinado com uma melodiosa música de fundo. Seria real?

O Pastor Otávio, educadamente perguntou quem era o responsável por aquele lugar, e lhe foi indicado o presidente, nos Tronos com Pai João.

Já preparado, Marcos fez sinal para que se aproximasse.

- Eu sou o Pastor Otávio, e venho em nome do Senhor meu Deus para verificar se aqui vocês atendem em nome Dele ou das trevas.

Estranhamente o ambiente não parecia tenso. Lado a lado, fiéis da Igreja do Pastor Otávio e Jaguares do Amanhecer olhavam com curiosidade e total segurança o desenrolar da história.

- Salve Deus, seja bem vindo Pastor Otávio! Aqui, incorporado neste médium, está Pai João de Enoque, o executivo de nossa humilde doutrina cristã. Caso deseje, pode conversar com ele.

Empertigado perante seu povo, mas um tanto constrangido com tanta receptividade, se identificou para o preto velho:

- Senhor Pai João. Sou um Pastor e gostaria que o senhor me respondesse três perguntas usando somente a Bíblia, a Palavra de Deus. Só assim eu saberei se um Preto Velho é um anjo ou um demônio.

- Pastor, não sou anjo, nem demônio, sou apenas um Pai João de Enoque.

- Pode fazer suas perguntas Pastor. - Acrescentou Marcos, com total fé e segurança.

- Eu pergunto: Isso é impossível?

Pai João respondeu:

- Tudo é possível. Evangelho de Lucas, capítulo 8 versículo 27.

- Eu pergunto: Eu já estou cansado?

Pai João respondeu:

- Eu te darei repouso. Evangelho de Mateus, capítulo 11 versículos 28-30.

Já aturdido pela precisão das duas primeiras respostas, o Pastor Otávio recordou dos seus ensinamentos onde lhe ensinaram que um espírito das trevas jamais poderia resistir às palavras de Jesus e não era permitido que as repetissem por três vezes.

- Eu pergunto: Ninguém me ama de verdade?

Pai João respondeu:

- Eu te amo. Evangelho de João, capítulo 3 versículo16.

- Glória a Deus! Pai João de Enoque agora sei que o senhor é um anjo.

Pai João ainda respondeu:

- E você meu filho, é um doutrinador retardatário, que o Pai vos espera há milênios! Dentro de vossa Igreja cumpre fielmente a missão que vos é confiada.

Os fiéis da Igreja, que assistiam a tudo em pé, em frente aos Tronos, não resistindo à emanação de verdade presente no momento, começaram a aplaudir. Em seguida os jaguares presentes os acompanharam. O Pastor e o Presidente do Templo se cumprimentaram e se abraçaram diante de todos.

Este fato é recente e demonstra claramente como a Espiritualidade continua presente independente de qualquer situação. Somos os únicos responsáveis pela nossa sintonia com o Divino Mestre. Tudo á possível por nossa fé, sintonia e padrão vibratório!

Imaginem tudo que envolveu esta manipulação!!! A projeção perfeita de Pai João naquele médium e tudo que envolveu espiritualmente a construção deste grandioso momento!

Sim! Este é um fato verídico. Relatado em forma de crônica e com os nomes (exceto de Pai João de Enoque) trocados para proteção da origem.

Kazagrande

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

As Duas Asas

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 - 0 Comments


Por Eliane Marinho – (Texto de nossa irmã, premiado pelo Jornal Panorama Espírita da cidade de Barretos)

O conhecimento é importante em todos os momentos de nossa existência. O saber implica responsabilidades.

A instrução transmitida de fora é importante, mas não é suficiente. Não nos tornamos melhores por saber.

É necessário e de suma importância então, a auto-educação.

Para desenvolvermos auto-educação existem três condições:

1 - “Conheça a ti mesmo!” - permanente exame de consciência;

2 – “Conhecimento do destino.” - o futuro depende da ação atual e o bem coletivo depende do equilíbrio individual;

3 - Conhecimento das qualidades, maus hábitos e defeitos.

Essas três condições nos levam a reforma íntima, porque o nosso objetivo é a evolução, desenvolver o intelecto e o sentimento.

Nesse trabalho de reforma intima não se pode exigir resultados rápidos, pois o que levou séculos "alojados no espírito, não será eliminado de um dia para o outro a golpes de vontade".

Os esforços são frustrados pelo grande domínio que o passado exerce sobre o ser. Devemos aceitar que ainda há arestas em nós a serem lapidadas esperando o momento adequado a serem trazidas à consciência e trabalhadas à luz da Doutrina.

Estudar as palavras de Nosso Senhor Jesus e concordar com seus ensinamentos não nos isenta das dificuldades de agir entre razão e coração: É o conflito moral entre “o quê somos” e “o quê deveríamos ser".

Trata-se, essa luta, de expulsar do campo mental, velhos hábitos menos dignos, vícios emocionais e sentimentos inferiores, por atividades espontâneas normais e salutares. É procurar novas maneiras de pensar e viver obtendo autodomínio e equilíbrio emocional.

A luta do homem velho para o homem novo.

O caminho é o exemplo de nosso Senhor Jesus, o estudo da vida de Jesus é o mais perfeito código moral que devemos seguir.

É importante prestar atenção aos ambientes e pessoas com as quais temos afinidades, ou convivência, para avaliar melhor nossa própria situação espiritual. É preciso vivenciar nosso conhecimento, vencer velhos hábitos e deficiências morais para que nossa mente não seja maior em conhecimento que nosso coração em caridade.

São as Duas Asas. As obras refletem o padrão de nosso espírito.

E assim nos tornaremos dignos do maior avanço na grande ciência que representa o saber, que é encontrar a verdade das coisas e evoluir sempre.
Eliane Marinho

O SOCORRO FINAL - 3


Por fim, na mensagem de 1979, Pai Seta Branca deixa clara a conjunção de dois planos já acontecendo, a junção do físico com o etérico antes de sua total extinção (a passagem de Capela culminará com a extinção do plano etérico, não permitindo mais a existência de um plano paralelo negativo na aura da Terra com a chegada do “Eldorado”):

“Filhos, nesta Terra, brevemente, vereis pássaros com faces humanas, voando nas proximidades, à vista do olhar físico, que atravessarão os leitos dos adormecidos.

Sim, quando chegar a hora, vereis, do outro lado do caminho, tribos realizando cerimônias e oferecendo sacrifícios nos ricos altares, diante das imagens também pesadas da ostentação, da tradição e do medo, e, prosseguindo mais um pouco na viagem, vereis que, sem fechar a porta do seu templo, serão arrastados para o oceano!

Então, filhos Jaguares, o Homem ainda verá seus grandes tesouros, suas tradições, seus velhos papiros, suas leis e escrituras religiosas, tudo, filho, levado pela água ou devorado pelo fogo, numa espécie de luto e temor!...

É um país? Não, filho, é um poder escravizado, na sua fase de libertação!

Sim, filho, caminhastes ao Quinto Ciclo sem o contato de Capela!

Resististes dos Equitumans ao Jaguar!

Fostes e serei sujeitos às reações das leis porque as vossas mãos e os vossos pés estão ligados às forças dos vossos destinos cármicos, até que chegue o Eldorado, ao rigor das quatro forças que dominarão, com a Ciência, os Quatro Cavaleiros do Apocalipse!”

Em “Sob os Olhos da Clarividente”, Tia Neiva nos deixa com clareza como tudo ira terminar:

Na Espiritualidade se diz que as siglas para o Terceiro Milênio serão: Deus, Paz e Fraternidade.

Observe essas três palavras, e veja como elas são coerentes, como complementação, etapa seguinte das atuais.

A Humildade nos leva à sabedoria, ao conhecimento, a sentir Deus. Teremos, então, não um Deus abstrato e antropomórfico, mas um Deus real, visível, mais palpável.

O Amor nos leva à tônica da Paz, da tranqüilidade ativa.

E a Tolerância nos leva à Fraternidade, a viver bem com nossos irmãos. Creio que isso dá para entender o futuro.

Essa civilização se exaure pelo término de uma tarefa Crística.

Os espíritos que alcançarão a próxima etapa evolutiva vão viver de acordo com ela.

Os que não conseguirem, serão atraídos, por afinidade, para as etapas onde ainda permanecem.

Cada um terá a oportunidade, de acordo com seu padrão vibratório. Salve Deus!

Kazagrande

A VELHA ESTRADA SE DESMORONA


Uma estrada construída sem amor é um caminho que se desfaz em agonia e tristeza, pois sua estrutura foi alicerçada sobre o lado podre da alma, e o material de sua composição serve apenas ao plano denso, de vontades e alegorias do ego; é muito pesada e pouco durável.

O Caminheiro trouxe uma nova vida, uma nova estrada. A aventura do espírito, a encarnação, passou de uma noite sem lua para dias claros sem nuvens. Chegam agora os(as) Irmãos(ãs), em Cristo Jesus, para uma nova consciência! Aos velhos imperadores, meu respeito; aos novos semelhantes, a minha admiração.

Quando o Divino Mestre Jesus chamou os apóstolos de vermes, queria demonstrar seu descaso com a bajulação, não precisava de riquezas materiais e era absolutamente livre, mesmo sob a dominação dos Romanos, ou tentativa de exclusão dos próprios Judeus. Eram tempos difíceis, de pouca luz. Um clarão cegou os que muito enxergavam e recuperou a visão dos humildes. Nascia a Nova Estrada... a estrada do Espírito.

Agora não existem fatos para o bem ou para o mal, apenas o sentimento que coloca cada um em seu lugar. Que mereçamos ser convidados pelo Dono do Reino, a ir à frente, quando nos sentarmos nas últimas cadeiras. O merecimento é a justiça que não está nas nossas mãos, mas o conhecimento nos proporciona viver a grandeza das mínimas coisas.

Quantas vezes nossos pés não se feriram pela incompreensão! Mas sei, Grande Pai, que o perfeito emana em tudo. Sou apenas o que pensava ao contrário, porque deixei entregar-me em enganos de fáceis propósitos terrenos. Agora sou Mestre! O servidor que sempre existiu, mas que outrora perdia-se na busca de algo que sempre teve, o Teu mandato da Graça!

Estas não são mais as mãos que outrora se imantavam nas lutas entre irmãos. Foram-se obras de coragem, tempos do Ter. Não há mais o que guardar; as selvas, os mares, nos trouxeram de volta; à frente os que conseguiram a união de suas resistências com a sua entrega, a sua fé: os patriarcas do perdão.

Fazemos agora leves estruturas, onde a entrega material é apenas uma passagem, não obrigação; onde as rodas que giram não precisam mais da agressão e nem da força animal. São sóis e luas, este é o Universo! Estes astros, criados para florescer a vida, não entendiam sublime capacidade. Agora não há mais dúvidas, os erros e as imprudências agora se desalinham, provocam a meditação, clareiam a mente, libertam e transformam.

Já se desmorona a velha estrada, não é preciso forçá-la, a sua capacidade de sobrevivência é a do tamanho de sua carga de amor ao próximo.

Cordeiros e lobos são só fantasias. O interno, só quem lá está pode enxergar, e em cada um, Deus tem o seu conhecimento, a sua sabedoria. Os mansos são os bem-aventurados, pois já encontraram a divindade que há em si. O Consolador é o da essência divina, não afastará expiações ou erradicará o livre arbítrio, chamará a luz que cada um é capaz de transportar. Salve Deus!   

Anderson Augusto - Mestre Lua

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