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SERÁ CULPA DA ESPIRITUALIDADE?

Meus irmãos e minhas irmãs, Salve Deus!
Não podemos simplesmente esquecer nosso passado ao nos depararmos com novas dificuldades. A encarnação neste planeta é o ingresso em uma escola onde verificamos se as lições passadas ao nosso espírito foram realmente aprendidas.
Quando estamos nos preparando para nosso regresso a este plano físico, nosso espírito está cheio de planos e promessas. Boas intenções não nos faltam! Queremos provar que aprendemos com os erros do passado, queremos nos deparar com situações que provem que poderemos regressar e ficar junto à alegria de nossos familiares espirituais, junto ao trabalho gratificante.
Em conjunto com nossos Mentores planejamos nossos encontros, reencontros e desencontros. Programamos grande parte de nossas decepções para mostrar que não é apenas da “boca para fora”, pois acreditamos ter aprendido e saberemos nos conduzir, mesmo com a benção do esquecimento...
Porém uma lição somente está verdadeiramente assimilada quando, independente de nossa c…
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A Espiritualidade espera?

A responsabilidade na implantação de um trabalho espiritual
Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!
Como ficamos felizes com a conquista de um novo trabalho para o Templo! Pensamos logo nas possibilidades que se abrem para os pacientes e também que nossa própria vida pode melhorar por termos mais opções de prestar a caridade. Mas... Não são apenas flores!
Ninguém é obrigado a assumir qualquer compromisso com a Espiritualidade, mas ao assumir, deve cumprir! Implantar novos trabalho implica necessariamente no compromisso com sua manutenção! Um estrutura física pode ficar abandonada para usar de vez em quando, mas a estrutura espiritual não! Opera-se pela Lei da Razão, e um trabalho que não tem sua manutenção regular não firmará seu ponto de força.
Imaginem que a Espiritualidade coloca toda uma estrutura espiritual à disposição do mestrado. Uma corte, uma projeção de forças, representantes de falanges, cavaleiros e demais mentores, todos a disposição para “quando der para fazer nós fazemos”. Será q…

Um vazio no peito...

Mestre, estou afastado por diversos motivos e sinto um vazio no peito...
Este vazio que sente em seu peito é o amor que sente pela Doutrina e a conseqüente necessidade de sentir que continua contribuindo de forma relevante para a cura de tantos, encarnados e desencanados que estão a espera do amor do Jaguar.
Não sou vidente e muito menos tenho o direito ou capacidade de julgar qualquer pessoa ou situação, porém, como você pediu minha opinião, permita-me dizer tudo que a intuição neste instante aproxima.
Você passou uma importante faixa cármica e espiritual em sua jornada terrestre. Trabalhou muito, dedicou-se com amor e viu todo este trabalho crescer e frutificar. Guarde esta lembrança, acima de todas as outras! Não importa que houve desentendimentos, desvios por parte de outros envolvidos... Nada disso importa! Você fez sua parte e agora é hora de preencher este vazio que ficou.
Acabou o tempo de descanso, de reflexão... Agora é hora de encontrar-se novamente com a nova missão que vai se…

Quem manda sou eu?

Meus irmãos e minhas irmãs, Salve Deus!
Existem atitudes que já não podem mais fazer parte da conduta de um missionário! Principalmente se falamos de Adjuntos, Comandantes, Regentes... Líderes enfim.
Não falo de grandes escândalos e fatos que claramente agridem pela permissividade, conveniência ou conivência.
Falo de comportamentos do dia a dia!
Um Comandante não deve jamais abusar de sua autoridade e usar a arrogância. Um Comandante deve  ser o exemplo do bom senso. Aquele que sabe chamar à razão sem ferir os sentimentos, aquele que zela pelo trabalho, pelas Leis, mas que sabe como se comportar de maneira humilde. O Comandante conquista pela sua educação, carinho, sorriso... Sua autoridade é conquistada e jamais imposta pela “patente”. Já não vivemos mais na velha estrada.
Uma  Regente, ou Aponara,  ou Coordenadora, pode ter suas regalias, mas jamais deve usar sua condição de líder para promover ansiedades e discórdia. Deve ser aquela que dá o exemplo de respeito ao Mestre Adjunto e seus …

BUSCANDO CULPADOS...

Uma das piores decisões que podemos tomar quando nos sentimos acuados pelas situações adversas ao nosso redor, é procurar culpados!
Já falei outras vezes sobre a “síndrome de justificativa” que insistimos em alimentar, pois buscamos explicações vagas para justificar nossos fracassos, erros de conduta e falhas de caráter. Mas ainda pior que insistir em se justificar é quando buscamos culpados! Quando tentamos infligir ao outro a culpa pelas nossas próprias ações.
Agir como um “sofredor”, embora todos possamos ser “sofredores encarnados”, jogando todo o peso de nossa desdita por conta das ações de outras pessoas, é deixar de lado todo o conhecimento que recebemos sobre a Espiritualidade e nos entregarmos aos devaneios de que sem influências teríamos “feito tudo certo”.
Para nós, médiuns esclarecidos, já não é mais aceitável recorrer às justificativas e as culpas dos outros! Nossa consciência assume a responsabilidade total sobre nossas ações e todas nossas dificuldades somente cessam quand…

Encarando novos desafios!

Meus irmãos e minhas irmãs, Salve Deus!
Em nossas vidas muitas vezes tivemos que “recomeçar”.
Nem sempre é fácil, pois implica em engolir o orgulho, aceitar as limitações do momento, e, em algumas vezes, até mesmo voltar atrás.
É preciso rever conceitos, identificar onde estivemos errados e fundamentalmente olhar sem máscaras para nossas atitudes. Deixar de querer se justificar é o primeiro passo!
Entender que se algo deu errado é porque existia verdadeiramente algo errado em nós! Em nossas atitudes,  em nossas escolhas, nas palavras que insistimos em proferir, nos pensamentos que cultivamos.
Quem vos fala é o “rei do recomeço”... Incontáveis vezes em minha vida tive que render-me à situação que se apresentava e tentar de novo! Demorei muito para entender estes conceitos básicos que escrevi acima. Errei, errei de novo, me revoltei, questionei tantas vezes nossos Mentores, até que, sob a “varinha de Pai João”, entendi!
Em diversas ocasiões escrevi para vocês sobre a necessidade de deixar de …

Ingratidão

A verdadeira caridade é prestada quando está totalmente desprovida de expectativas! (Ministro Anavo)
Meus irmãos e irmãs, muitas vezes nos decepcionamos com as pessoas que ajudamos, pois esperamos um reconhecimento pelo bem prestado. É um sentimento humano esperar por isso.
Quem de nós não passou por alguma situação em que além da falta de reconhecimento ainda recebeu de volta a triste ingratidão?
Porém, a ingratidão é igualmente um sentimento humano e ela só torna-se real quando havia expectativa de reconhecimento, e assim, o bem proporcionado não real caridade.
Em nossa Doutrina aprendemos e realizamos a mais pura caridade: auxiliamos a espíritos, encarnados e desencarnados, totalmente desconhecidos e que na maioria das vezes não possuem qualquer possibilidade de “retribuição”, e se houver reconhecimento, não saberemos.
Esta lição prática de nossa vida doutrinária deveria ser levada adiante em nosso dia a dia também! Quando auxiliamos alguma pessoa não podemos esperar retribuição ou reco…