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Mostrando postagens de Outubro, 2016

As cores do Templo

Estes dias estava ouvindo umas besteiras a respeito dos motivos de tantas cores em nossos Templos, e agora até mesmo um fanatismo que vai muito além dos significados originais.
Vocês querem saber porque nossos Templos são coloridos? Porque as paredes não são pintadas de maneira monocromática?
Para que todos entendam vou reproduzir uma pequena história contada em um destes corujões de Tia Neiva:
Às vezes um espírito demora muito tempo para poder chegar aqui no Vale. Ai pelo merecimento dele, pelas orações dos familiares espirituais, ele começa a avistar ao longe, como se estivesse em cima de um morro, ele vê nosso Templo. Uma construção como a nossa com uma bandeira cor de rosa em cima.
Lá no etérico não tem luz do sol, e com isso não tem cor, é um mundo todo cinzento.
Este espírito então começa a caminhar... Enquanto ele caminha vai refletindo na vida, vai perdoando, vai se perdoando, entendem? Ele chega aqui pronto!
Então ele caminha, alguns caminham por anos. Quando ele entra no Templo o…

Murro em ponta de faca

“Dar murro em ponta de faca” é uma expressão antiga que se refere a “insistir em vão”!
Existe uma diferença muito grande entre perseverar e insistir naquilo que é inútil. Perseverar é ter a consciência de lutar pelo que merece nosso esforço, e que, mais cedo ou mais tarde, surtirá efeitos práticos. Ao passo que “dar murro em ponta de faca” é insistir por orgulho, vaidade ou mesmo por ignorância.
Perseverar traz a determinação do espírito imbuído em cumprir a missão e fazer valer sua jornada por este plano físico. É preciso não abandonar aos que verdadeiramente clamam por aprender, entender e evoluir. Porém não é aceitável insistir onde os resultados não alcançam o nível do esforço empregado. É assim em todos os setores de nossa vida!
Aprender a abrir mão e seguir em frente, aceitar o que possa parecer uma derrota, também é sinal de evolução e abre as portas para o novo, para a liberdade criativa tão necessária ao espírito encarnado que deseja evoluir.
Precisamos aprender que nem sempre é …

Dar um tempo???

Todos nós passamos por algum momento em que pensamos em desistir de tudo. Por alguns instantes, horas e às vezes por dias, esquecemos o que já recebemos, como era nossa vida “antes”, nossa personalidade, caráter, obsessões, dilemas, etc., e consideramos “seriamente” a possibilidade de abandonar a missão e seguir em frente sem as obrigações, compromissos e até exigências enfrentadas ao frequentar o templo.
Salve Deus!
Estes momentos, em que a irresponsabilidade e ingratidão falam mais alto, são perfeitamente normais, pois o Jaguar é um espírito livre! Anseia por estar solto no mundo para fazer o que quiser de sua vida. Porém é também o espírito da disciplina espartana, que não desiste e sabe ser fiel aos princípios.
Perseverar na caridade, no cumprimento do compromisso, na lealdade ao Juramento proferido, é para aqueles que realmente possuem o transcendente de Jaguar, os outros estão liberados para seguir suas jornadas e agregarem-se a outras missões ou ainda terminarem suas vidas na sati…

No automático – Sem emoções

Em nossa caminhada, dentro da Doutrina do Amanhecer, passamos por diversas etapas até o momento em que nos sentimos “livres demais”. Quando perigosamente voltamos a adormecer nossa consciência e passamos a tratar os momentos, outrora mágicos, como uma rotina sem maiores emoções.
Normalmente nos primeiros passos existe uma empolgação! Estamos descobrindo a Doutrina e nos descobrindo também, pois percebemos potenciais para fazer algo de bom pela humanidade, que antes parecia impossível mesmo com todo nosso desejo de “mudar o mundo”.
Passamos a perceber que podemos sim fazer alguma coisa! Que encaminhar espíritos com tanta precisão era algo nunca pensado antes; que a desobsessão pode mudar a vida das pessoas, como mudou a nossa. Que a cura do espírito pode se estender ao corpo físico e também à vida material e emocional das pessoas.
Realizamos nossa Iniciação envolta em mistérios e beleza! Partimos para uma Elevação de Espadas sonhando com o momento de vestir finalmente o uniforme de Jaguar…

Os trabalhos que deixamos de fazer

Contam nossos irmãos, que já cumpriram sua missão na Terra, que o que realmente pesa, ao despertar na Pedra Branca, não é os erros e faltas cometidas, mas sim o tempo perdido!
Não é o que fizemos, mas o que deixamos de fazer.
Claro que tudo é computado de uma maneira geral na triplicidade de nosso ser, mas falemos dos trabalhos que deixamos de fazer...
Uma Mesa Evangélica, por exemplo, em sua menor configuração, com sete Aparás incorporando e sete Doutrinadores doutrinando. O tempo médio de execução é de vinte minutos, onde cada Doutrinador, em média, dá três voltas na Mesa, se doutrinar a todos Aparás incorporados. Em uma conta simples verificamos que mais de 140 espíritos podem ser encaminhados.
140 Elevações!!! Apenas 20 minutos de trabalho! E quantas Mesas deixam de ser realizadas pela preguiça ou por considerar o papo e o café mais gostosos que a sensação de dever cumprido? Salve Deus!
Muitas vezes falta apenas consciência da missão! É preciso olhar quanto se deixa de fazer pela falta…

Cuidado com o Jaguar?

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!
Muitas vezes ouvimos afirmações do tipo: “Cuidado com Jaguar”, “Não tenha amigos dentro do Templo”, “Não negocie com Jaguar”, e outras interpretações totalmente incorretas sobre o verdadeiro espírito de nossa Doutrina.
Somos irmãos! Formamos uma fraternidade que deveria se traduzir em união e paz! Porém, aqueles que já sofreram alguma decepção, que foram enganados, traídos, mal falados, ou mal amados, insistem em semear suas próprias frustrações como uma “máxima doutrinária”.
Salve Deus! As decepções podem estar em qualquer lugar e dentro de nossa Doutrina não seria uma exceção onde só encontraríamos “santinhos”. Abrimos as portas para todas as pessoas e chegam de todos os lugares e jeitos. Ninguém pergunta se é polícia ou ladrão. Apenas nos importa dar a oportunidade de buscarem sanar suas feridas.
Então... Da mesma maneira que selecionamos nossas amizades fora do Templo, encontraremos afinidade com alguns médiuns e repulsa por outros. Estando de uniforme …

Decepções na Doutrina

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!
Em nossa caminhada nos deparamos com situações, e pessoas, que nos decepcionam!
Situações que esperávamos uma outra finalização, e principalmente pessoas das quais esperávamos outra reação ou ao menos entendimento e compreensão.
Dentro do convívio doutrinário, em nossos Templos, não é diferente! Não estão reunidos na Doutrina do Amanhecer os “bonzinhos”, ou “salvadores do mundo”. Estão reunidos médiuns! E médium é aquele espírito que pediu para vir com uma produção energética extra, de maneira a poder assumir uma missão que beneficiasse às pessoas, e assim, diminuísse um pouco a longa conta de dívidas passadas! É isso! Médium não é o mocinho do filme! É aquele que, por seu próprio endividamento kármico, pediu a oportunidade de sanar mais rapidamente estas dívidas, cumprindo uma missão em prol da Espiritualidade.
Diante deste fato podemos entender que dentro da Doutrina, dos Templos, igualmente encontraremos decepções!
Muitos se perguntam: “Mas aquela pessoa …

A caridade em nossa Doutrina

Alguns dizem: Darei somente aos que precisam. 
Porém nossos pomares não dizem assim... Dão a todos simplesmente para continuarem a viver, pois deixar de doar é morrer!

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!
A Lei do Auxílio determina que toda ação realizada de maneira despretensiosa e sem possiblidades de obtenção de benefícios pessoais, gera um “crédito” para nossos enredos kármicos.
Quando nos dispomos a trabalhar mediunicamente passamos a reservar um tempo de nossas vidas para a prática da caridade, para a doação de nosso “excesso” de energia (característica que define o médium) em prol de nossos irmãos, encarnados e desencarnados.
Pacientes desconhecidos são atendidos com nosso total desprendimento e vamos além: recebemos os irmãozinhos que os acompanham e doamos nosso amor, nosso conhecimento, nossa energia. Encaminhamos a aqueles que nada podem nos dar, que não tem absolutamente nada para retribuir. Essa é a verdadeira caridade! Semeamos o perdão, instruímos que somente o amor pode aplacar…

A Doutrina precisa de mim?

Meus irmãos e irmãs, Salve Deus!
O despertar da consciência é algo pessoal de cada médium. Cada qual em seu tempo passa a perceber a grandiosa oportunidade da missão que tem nas mãos e a chance real da evolução, onde poderemos semear um futuro melhor para nossa “verdadeira vida”, lá, nos planos espirituais.
Nossa passagem pela Terra é efêmera... Apenas uma passagem! Uma memória que irá compor nosso ser espiritual integral, que congrega as recordações de todas as outras passagens.
Por vezes observamos um Adjunto esforçando-se para a composição de um trabalho, pedindo pessoalmente a cada um, indo de porta em porta, e ficamos com a estúpida sensação de que “a Doutrina precisa de mim”.
No entanto somos nós quem precisamos da Doutrina! Este é o verdadeiro despertar! A compreensão de que a cada novo trabalho, a cada conquista mantida, colocamos um grãozinho de milho no alforje da alimentação espiritual que iremos precisar ao “retornar para casa”.
Mais do que isso... Poderíamos até dizer que coloc…