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Mostrando postagens de Janeiro, 2016

Um cobrador na Doutrina

Muitos médiuns questionam a conduta, o comportamento e as atitudes de seus irmãos e irmãs de Doutrina, questionando suas ações, verificando a incompatibilidade com os ensinamentos que recebemos.
Alguns vão além do questionamento e incorrem no julgamento, gerando pesadas e nocivas vibrações que acabam atravancando a própria vida.
É compreensível que quando nos encontramos com alguém que insiste em incomodar e até mesmo atrapalhar nossa jornada, que nos rebelemos e acabemos desabafando contra situações que nos prejudicam.
Porém é preciso sempre recordar que é muito melhor encontrar seus cobradores de uniforme, do que na figura de um vizinho, de um chefe ou de um familiar.
A simples presença destas pessoas na Doutrina já indica que elas estão a caminho! Que embora os conceitos de amor, humildade e tolerância possam parecer distantes de seus comportamentos, o espírito delas clama pelas mudanças e a levaram a ingressar nesta fraternidade.
Obviamente nem tudo é cobrança e determinadas situações …

Ser Jaguar já deve bastar

Nós jaguares devemos pensar muito em nossa própria evolução, antes de qualquer tentativa de sair por aí “evoluindo os outros”.
Tratando-se de comandantes, adjuntos, trinos, esse cuidado deve ser ainda maior, porquanto existe no mundo um conceito soberano de “força” para todas as criaturas que se encontram nas disputas para a obtenção dos títulos de progresso.
Essa “força” permanecerá até que os homens compreendam a necessidade do evangelho (“Amor, Humildade e Tolerância”) em seus corações, trabalhando por sua realização plena.
Aqueles que dispõem do poder terreno, nas administrações, presidências, diretorias, com exceções é claro, muitas vezes, aceitam apenas os postulados que a “força” proporciona ou os princípios com que a mesma concorda. Cegam-se, temporariamente, pelos véus da vaidade e fantasia que a “força” lhes proporciona, porém devem ficar livres nas suas experiências.
Dia virá em que brilharão, sobre a Terra os eternos direitos da verdade e do bem, anulando essa “força” transitó…

Ligações Afetivas – Almas Gêmeas

Em algum momento de nossa jornada doutrinária, sempre perguntamos por nossa alma gêmea. Seja porque encontramos um grande amor e o temor de haver uma separação nos levar a querer que possamos continuar unidos eternamente; seja porque ainda buscamos o par ideal para nos acompanhar em nossa missão e formar uma família harmoniosa.
Lemos a história das Almas Gêmeas, relatada por Tia Neiva, ouvimos mitos e normalmente fantasiamos muito além de qualquer possibilidade real de realização. Isso é até natural, pois todo ser humano sente a necessidade de estar ligado a alguém que ame e lhe proporcione a felicidade.
Porém também é necessário desmistificar este tema. Trazer os sonhos à realidade e colocar os pés no chão, para não desequilibrarmos o emocional, prato de grande peso em nossa balança do equilíbrio da vida (emocional, material, espiritual).
São belíssimos os romances que lemos, mas invariavelmente nossa realidade é distante.
Pouquíssimos casos de Almas Gêmeas foram confirmados pela Clarivi…

Ainda sobre o "Ritmo"

Uma das minhas maiores batalhas internas foi contra o extremismo.
Encontrar o equilíbrio usando bom senso e a tolerância contra os que divergem de nossas opiniões e ações, colocando-se no lugar do outro, independente de ele “estar errado”, ou não.
Falo deste tema hoje visando o equilíbrio entre “estar no Templo” e “viver a Doutrina”.
O Templo, os Trabalhos, têm vida própria. Independem de sua específica presença física para terem continuidade. Porém, podemos avaliar que quem está mais presente, está no “ritmo” dos trabalhos, não percebe claramente quando estão mais “acelerados ou mais devagar”.
Temos um compromisso mínimo, ao realizarmos nossa Iniciação, de participarmos de um Retiro por mês e temos a Sessão Branca. Ao realizar a Elevação de Espadas, passamos a dispor do Angical, Prisão e firmamos o compromisso de uma Estrela por mês (ou por ano nos Templos mais distantes).
Ao Consagrar Centúria, como médiuns completos, nosso compromisso aumenta. Passamos a ter responsabilidades com esca…

Excesso de Ritmo (rep. a pedido)

Continuando o assunto anterior sobre equilíbrio.
Por outro lado tem os que se “internam” no Templo. O Trino Araken afirmou claramente que “o mestre que coloca o uniforme todo o dia enlouquece”. É força demais e o plexo não agüenta.
Às vezes escuto mestres dizendo que vão se aposentar para se tornarem “empregados de Pai Seta Branca”. Têm outros que tiram férias para fazerem Escaladas de segunda a segunda e ficarem prisioneiros repetidamente. Alguns refugam empregos que exijam freqüência regular e constante, acomodando-se com parcos ganhos, mas dispondo de tempo livre para participarem dos Abatás e Alabás constantemente.
Enquanto isso, a família fica por conta própria, ou quase. Sem pai (ou mãe), nem chefe, nem marido (esposa), nem conselheiro, nem provedor, nem solucionador dos problemas, no momento em que eles surgem e reclamam atenção. Moram mal, estudam mal, não têm lazer decente, mas o “mestrão” não para de colecionar medalhas no colete.
Um dia, tal fanático descobre que o companheiro …

Familiares desencarnados

Uma das maiores dores, pelas quais passa um ser humano, é a perda de um parente ou de um ente querido.
É um dos momentos em que se sente a necessidade de buscar o lado espiritual da vida, ansiando por um “contato”, uma comunicação que possa tranquilizar os familiares e aplacar um pouco a grande saudade que se sente com a perda.
Em nossos atendimentos nos Templos do Amanhecer, diariamente encontramos pacientes angustiados por um contato. Mesmo médiuns, com anos de casa, ao depararem-se com a situação, ficam ansiosos, esperando uma resposta e por vezes questionando a Espiritualidade.
Por este motivo venho esclarecer sobre assunto.
Meus irmãos e irmãs, Salve Deus! Para que se possa obter uma comunicação com um familiar, existem fatores que devem ser considerados e inevitavelmente pesados na balança, antes de qualquer revolta:
As condições espirituais da pessoa desencarnada; O merecimento dos envolvidos; A afinidade do médium que realizará a comunicação, e, Fundamentalmente a utilidade desta comu…

Sua frequência no Templo

Meus irmãos e minhas irmãs, Salve Deus!
Sei que muitos de nós nos perguntamos “qual deve ser minha frequência no Templo?”, afinal todos têm outros compromissos, existe uma vida familiar, social, material... E tantos fatores que são importantes para o equilíbrio de nossa vida física e emocional.
Por isso sua frequência no Templo depende exclusivamente do tipo de médium que você é, e do tamanho do compromisso que você assumiu.
Vamos passo a passo:
Quando entra para a Doutrina você tem o compromisso de não faltar às aulas, para que a sequência de seu Desenvolvimento mediúnico não seja interrompida. Este é seu compromisso!
Ao ser emplacado, passa a ter a necessidade de manipular a energia acumulada, frequentando o Templo de acordo com suas possibilidades, ou necessidade. Neste ponto já começa a delinear qual o tipo de médium que irá se transformar.
Com a Iniciação seu ingresso na Doutrina é confirmado e seu nome escrito no Grande Livro dos Iniciados dos Himalaias, passando a fazer parte integral…

Escolhas

Nosso livre-arbítrio é o fiel da balança!
Tudo posso, mas nem tudo me convêm.
Meus irmãos e irmãs, é necessário que aprendamos a escolher sem sofrer. E falando em sofrer, lembremos que o próprio sofrimento não deixa de ser também uma escolha.
Quando nos ferimos, ou somos feridos, temos sempre a opção de perdoar, de nos perdoar, e, após um breve período para a necessária absorção energética, seguirmos adiante sem ficar remoendo as mágoas do passado.
Consideremos que as perguntas para nortear nossas escolhas são muito simples: Agir assim, pensar assim, falar assim, me fará bem? Fará bem aos outros?
Com esta resposta já podemos escolher com segurança. Podemos escolher nossa atitude, sentimento ou pensamento, e decidir se devemos mantê-lo!
Não existe justificativa para seguirmos sofrendo com ações passadas que não nos fizeram bem e cuja energia impregnada pode seguir nos fazendo mal. Valerá a pena? Por isso afirmei que o sofrimento também é uma escolha! Ao sermos feridos não vale a pena seguir …

Encontro com familiares desencarnados

Uma das maiores dores, pelas quais passa um ser humano, é a perda de um parente ou de um ente querido.
É um dos momentos em que se sente a necessidade de buscar o lado espiritual da vida, ansiando por um “contato”, uma comunicação que possa tranquilizar os familiares e aplacar um pouco a grande saudade que se sente com a perda.
Em nossos atendimentos nos Templos do Amanhecer, diariamente encontramos pacientes angustiados por um contato. Mesmo médiuns, com anos de casa, ao depararem-se com a situação, ficam ansiosos, esperando uma resposta e por vezes questionando a Espiritualidade.
Por este motivo venho esclarecer sobre assunto.
Meus irmãos e irmãs, Salve Deus! Para que se possa obter uma comunicação com um familiar, existem fatores que devem ser considerados e inevitavelmente pesados na balança, antes de qualquer revolta:
As condições espirituais da pessoa desencarnada; O merecimento dos envolvidos; A afinidade do médium que realizará a comunicação, e, Fundamentalmente a utilidade desta comu…

O Adjunto Koatay 108

Meus irmãos e irmãs, especialmente, meus irmãos Adjuntos Koatay 108, Salve Deus!
Um dia, um homem assumiu a missão de levar a Doutrina de Pai Seta Branca além das portas sagradas do Templo Mãe.
Talvez ele ainda não tivesse todo o preparo, ou ainda carregasse as marcas da dureza desta e de outras encarnações. Porém tinha amor em seu coração! Não poderia se afastar da Doutrina e assim, mesmo temeroso por seus próprios defeitos e falhas, despertou o espírito espartano da coragem e disciplina e encarou esta jornada.
O começo de uma missão é sempre muito difícil. Materialmente envolve compromissos a serem assumidos, um aluguel, a compra de um lote, ou ainda chegar a abrir mão do espaço físico de seu próprio lar, deixando de lado o sonho da churrasqueira ou o cantinho para confraternizar com os amigos.
Deixa de ser dono de muitos objetos pessoais, pois invariavelmente se misturam com as coisas do templo. Não se sabe quais são suas panelas, pratos e talheres. A mesa da sala fica sem cadeiras. Abr…

Vibrando no Adjunto

Meus irmãos e minhas irmãs, Salve Deus!
Muitos dos e-mails que recebo são de Mestres e Ninfas que reclamam a respeito de seus Adjuntos. Talvez protegidos pelo anonimato encontrem este canal para um desabafo a respeito de tudo que não consideram correto, ou simplesmente pelas suas diferenças de pensamentos.
Sempre procuro aconselhar que não julguem, afinal nossa Mãe Clarividente sempre alertava que o maior desajuste é o julgamento!
Entendo que muitos, sob a sua ótica e com apenas uma das versões presentes, poderiam ter razão.
Porém nossa Doutrina opera em comunhão com a Espiritualidade e, portanto, recebe uma projeção energética-espiritual de maneira decrescente, é o que chamamos de “Força Decrescente”.
Para que entendam bem: Nossa maior hierarquia física era Tia Neiva – Koatay 108, o topo desta pirâmide. Temos nossos Trinos, as Raízes do Amanhecer, que representam a base da sustentação hierárquica e trouxeram as heranças para a formação do Adjunto Koatay 108.
Ao Consagrar Centúria o médium …

Quando o espírito “não sobe” – o Apará segura?

Salve Deus!
Creio que quase todo Doutrinador já passou pela triste experiência de terminar uma elevação e o “espírito não subir”.
Quando Doutrinador, ou Doutrinadora, já é Centurião, a experiência já não é tão traumática, mas quando é um médium de branquinho ainda... Salve Deus! Passam todo tipo de conclusões em sua cabeça. Então vamos abordar o tema com mais clareza, nas visões, do Apará e do Doutrinador, e nos dois trabalhos principais, Mesa e Tronos.
NA MESA EVANGÉLICA:
Em suas instruções de Desenvolvimento o médium Apará é orientado para que, ao ouvir uma Chave de Elevação, libere a incorporação. Porém, na Mesa Evangélica, podem se apresentar situações que impulsionam o Apará a manter esta mesma incorporação: o espírito necessita de mais fluído para fazer sua passagem, ou necessita de um fluído diferente.
Nestes casos, o Doutrinador, percebendo que a incorporação não foi liberada, deverá seguir com sua circulação pela Mesa, pois em seguida outro Doutrinador irá assumir sua posição atrá…

Compreender e Auxiliar

Quando olhamos para dentro de nós mesmos podemos ver o quanto é difícil mudar certos hábitos e até pensamentos para nossa verdadeira evolução. Vemos também que certas atitudes parecem impossíveis de serem mudadas e preferimos justificá-las, com uma pretensa desculpa de justiça, ou necessidade de agir para o sustento material.
Quantas vezes vislumbramos as conseqüências de nossos atos, e palavras infelizes, e mesmo assim fazemos pela intolerância ou pela insana justificativa, acabando conscientemente mergulhando em algo que nos trará sofrimentos futuros em troca de uma pequena estabilidade presente.
Muitos jaguares, aos nossos olhos físicos, parecem afastados do que chamamos de “verdadeiro caminho” e condenamos suas ações e palavras, mesmo sabendo que nada enxergamos do que se opera espiritualmente.
Escolhemos condenar ao invés de auxiliar, de unir, respeitando o pensamento e as decisões de cada um. Cada um responde pelo que é seu, pelo que faz. Nosso dever é respeitar e ter ser uma palav…

Abandonando a missão

Eu gostaria que vocês conhecessem a historia de um missionário, que num certo dia resolveu entregar a sua missão, e num caminho feliz de suas intuições, acabou por descobrir uma estrada nova; um novo caminho; um novo horizonte.
Ele era um doutrinador, que havia começado a sua vida mediúnica três anos antes desta inesperada decisão. Antes de ingressar na vida missionaria, e colocar as suas energias a serviço do bem, tinha muitos conflitos pessoais, crises e variações de humor que nenhum médico ou terapeuta havia conseguido resolver. Vivia a tomar medicamentos para dormir e antidepressivos, mesmo sem ter nenhuma “visível” dificuldade.
Pouco depois de iniciar a sua trajetória como doutrinador, já se via liberto de muitos destes medicamentos, e antes, era inimaginável a conquista desta libertação. Mas por alguma razão, que ele mesmo desconhecia, o seu trabalho, após três anos de caminhada, parecia não mais lhe servir, e novamente aquele vazio veio tomando lugar em seu peito. Quanto mais e…