TIA NEIVA

TEU PADRÃO VIBRATÓRIO É A TUA SENTENÇA

O CENTURIÃO

Todos os direitos autorais e edições impressas doadas à Doutrina do Amanhecer.

ADJUNTO ANAVO

MESTRE KAZAGRANDE

PÉROLAS DE PAI JOÃO

Todos os direitos autorais e edições impressas doadas à Doutrina do Amanhecer.

MINHA MISSÃO É MEU SACERDÓCIO

EXÍLIO DO JAGUAR - KAZAGRANDE.

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

As Obsessões - Parte 03



OBSESSÃO POR ELÍTRIOS

As Obsessões – Parte 02



Espíritos Desencarnados

A obsessão por espíritos desencarnados é a mais comum. O espírito encarna, e traz programada uma série de reajustes com outros espíritos desencarnados. A maioria desses reajustes se faz na vida quotidiana do indivíduo, nas mil e uma maneiras que a vida diária proporciona. Os espíritos cobradores se aproximam da área invisível da pessoa, e provocam situações embaraçosas.

Com isso, provocam a dor, e esta libera as energias de que eles se acham credores. Satisfeitos e vingados, eles se afastam. Assim são nossos aborrecimentos e nossos desastres quotidianos. Sempre tem alguém se aproveitando de nossas amarguras e se libertando de nosso espírito.

Essa energia sutil, da qual os espíritos são ávidos, é produzida de duas maneiras básicas: pela dor ou pelo trabalho espiritual, considerando trabalho espiritual toda atitude humana condizente com os princípios Crísticos. A forma mais lucrativa do trabalho espiritual é a mediúnica.

A obsessão começa a existir quando as condições de cobrança são desequilibradas. Ou o espírito cobrado não tem dor suficiente intensa para satisfazer o cobrador vingativo, ou não consegue outra forma da produção da energia necessária para satisfazê-lo.

Nesse caso, o obsessor toma conta da personalidade, na proporção em que consegue romper suas resistências, e a pessoa entra em desequilíbrio. Esse fenômeno pode durar de apenas alguns minutos até uma existência. Até certo ponto de sua duração, a intervenção é possível, no mecanismo da Lei do Perdão e do Amor Crístico. Ultrapassado esse ponto, o indivíduo se torna um esquizofrênico ou um louco total, e acaba por desencarnar nessas condições. O que se passa depois está fora do domínio humano. Salve Deus!

Observem que a obsessão ocorre sempre quando o espírito obsessor consegue nivelar o padrão do obsediado ao que ele mantém! Consciente ou inconscientemente, na maioria das vezes, somos nós que permitimos a obsessão! Baixamos nosso padrão vibracional, nos entregamos a pensamentos negativos insuflados pelo obsessor e formamos uma “corrente”, uma linha direta que permite até mesmo que atuemos como marionetes nas mãos de um manipulador.

Determinadas atitudes, impulsionadas pela obsessão de um espírito desencarnado, podem nos levar a tragédia moral, social, financeira e até mesmo física.

Obsessões sexuais podem fazer perder até mesmo bons missionários.

Obsessões pelo poder destroem os líderes natos e os transformam em tiranos, seja em pequenas e grandes empresas, na política ou mesmo em congregações religiosas.

Obsessões materiais fazem com que o dinheiro seja visto até hoje como algo “sujo”.

A obsessão é sempre negativa e traz prejuízo a todos os envolvidos. Não importa se é uma obsessão romântica ou cheia de ideais, e nem mesmo se está ligada a nossa religiosidade... Assim nascem crimes passionais e também os fanáticos.

Após “permitida” a obsessão, somente com auxílio espiritual ela poderá ser curada! Esta cura deverá processar-se para todos os envolvidos, para o ser encarnado, e para o ser, ou seres, desencarnados, que estejam atuantes.

É importante saber que o ajuste de uma situação obsessiva não consiste, apenas, em afastar o obsessor. A intervenção indevida só transfere o problema para situações futuras, provavelmente piores. É necessário dar, ao obsidiado, condições de pagamento de suas dívidas e proporcionar, com isso, a libertação de ambos – obsidiado e obsessor.

As Obsessões – Parte 01



Diz-se que uma pessoa é obsidiada quando tem uma idéia fixa, ama ou odeia descontroladamente alguém ou algo, e é assediada por essa idéia, pessoa ou coisa. Isso, na linguagem comum, é uma obsessão, um defeito da personalidade, uma anormalidade de comportamento. Caracterizadas, no indivíduo, sob a forma de vícios, hábitos estranhos, marginalização social, revoltas, etc., são resultantes do conflito natural da gama vibratória psicofísica, e, até certo ponto, faz parte da vida normal.

Sob o olhar espiritual a obsessão adquire outra dimensão... Entendemos que nas obsessões existem sempre influências espirituais e só assim consideramos quando a pessoa perde sua liberdade, total ou parcialmente, por meio destas influências.

O espírito, ao encarnar, ocupa um corpo físico, submisso à matéria deste plano denso. Este corpo é comandado por sua personalidade (alma, mente), influenciada diretamente pelo meio em que convive e que auxiliou na formação desta mesma personalidade transitória.

O espírito, sua Individualidade, que agrega todas as suas personalidades (almas) de encarnações passadas, é regido por leis de outra dimensão, de aspecto transcendental. Ao encarnar, igualmente está regido pelas leis físicas da matéria, e pelo meio social em que está inserido.

Analisando assim encontramos um “cabo-de-guerra” entre as obrigações transcendentais do espírito encarnado e seus desejos “da alma” (provenientes da personalidade construída nesta encarnação específica).

A luta entre os dois – personalidade e espírito – cada qual procurando atender às demandas de seu ambiente, forma a eterna dualidade que se reproduz em todos os homens. À personalidade repugna qualquer interferência e, para isso, dispõe do seu mecanismo de defesa. O espírito, a fim de atender aos compromissos anteriores, liga-se e permite que outros espíritos interfiram na vida da pessoa. Para o espírito, o corpo tem, apenas, uma utilidade transitória: o período necessário para atingir os fins a que ele se propõe. É apenas um meio, um veículo. O corpo pode se desagregar, e acabará por desaparecer. O espírito permanece, neste ou em outros planos.

Nessa perspectiva ampla, a obsessão é um fenômeno próprio da vida neste planeta, onde o espírito encontra condições de equacionar seus problemas, criados por ele, em tempos diferentes, em encarnações diversas.

A personalidade, regida por leis relativamente estáveis, procura a tranqüilidade, a satisfação de suas necessidades básicas e o melhor aproveitamento do ambiente. O espírito, regido por leis mais dinâmicas, com outro conceito de tempo, procura o conflito, o ajuste de contas e a cobrança ou o pagamento de seus débitos.

A ligação de um espírito com outro, qualquer que seja a sua natureza, produz alterações no meio psicofísico, na forma de ação da personalidade. Quando essas ligações são de caráter negativo, produzem-se as obsessões.

Existem mais obsessões do que se considera habitualmente como tal, por se notar esse fenômeno apenas quando se manifesta em termos de convulsões, manifestações de loucura ou ações criminosas.

Sob esta ótica espiritual passaremos a estudar cada caso obsessivo separadamente, nos complementos desta série.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

1ª Consagração de Centúria dos Templos do Acre e Rondônia



Roteiro sugerido (sujeito à confirmação do Adjunto Delano):

Sexta-feira 29/08  

15Hs/16Hs – Chegada do Coordenador Regional Adjunto Anavo e sua Aponara, e parte da comitiva a Rio Branco.

19Hs – Jantar com o Povo Delano.

20Hs – Curso de Conhecimentos Doutrinários – Todos estão convidados para uma aula livre para perguntas cujo tema principal será: “O Caminho Natural de nosso espírito e o progresso em nossas vidas físicas”. Outros temas poderão ser livremente abordados.

23Hs – Recepção dos Mestres Devas – Lanche e Corujão.

Sábado 30/08

15Hs – Chegada das Samaritanas da Bolívia e de Manaus para auxiliar no Ritual.

16Hs – Consagração de Centúria

18Hs – Classificação e Reclassificação – Consagração de Trinos

19Hs – Jantar com toda Corte de Consagração

20Hs – Palestra dos Mestres Devas: A responsabilidade de um Centurião – A Corrente Mestra – Espaço para dúvidas pertinente aos Rituais inerentes aos Mestres Devas, Falanges e Indumentárias.

23Hs – Corujão – Lanche

Domingo 31/08

05Hs – Café da manhã para a partida das Samaritanas da Bolívia.

11Hs – Almoço com o Mestres Devas – Devem estar no Aeroporto as 12Hs para o voo as 13Hs!!!!

15Hs – Abertura dos Trabalhos – Com a presença dos novos Centuriões!

Do nosso Templo...


Nosso Templo é pouco comum, na verdade creio que é único em suas características, no que dizem respeito ao Corpo Mediúnico.

Em solo boliviano, terra que nosso amado Pai Seta Branca encarnado pisou, formado por pessoas de nacionalidades diversas, já contamos com brasileiros, bolivianos, argentinos e africanos... por enquanto. Os brasileiros são de diversas regiões do Brasil, formando uma miscelânea cultural inimaginável em outros Templos e até mesmo na maioria das reuniões sociais que sempre primam em agrupar pessoas de uma mesma origem.

Ah, também existe outro fator que caracteriza nossa missão por aqui: entre os brasileiros, quase todos são estudantes de Medicina, serão Médicos e Médicas, do corpo e do espírito! Médiuns com cultura, conhecimento e que terão condições financeiras de ajudar também materialmente na obra do lugar onde estivem.

Do lugar onde estivem... Podemos concluir que em seu devido tempo, cada um seguirá seu caminho. Retornando para suas cidades de origem, seus países e carregando uma sementinha do Ministro Anavo.

Por isso não devo, e nem posso, me apegar a ninguém. Recebo a prova do amor incondicional, amando verdadeiramente cada um que chegar e sem sofrer com sua partida. Lembro com saudade, mas sem qualquer tristeza, daqueles que já partiram levando a sementinha do Templo de Cochabamba: Laís, para Santa Catarina; Caleb para o Ceará; Fabinho para a Paraíba; Vinícius para Goiás; Leila para o Paraguai...

Outros Adjuntos poderiam dizer “eu não sou barriga de aluguel para ficar formando médiuns para os outros"... Eu, porém fico extremamente feliz em cumprir esta missão! De espalhar sementes do Ministro Anavo por tantos lugares, assim como espalhar estes pequenos escritos que chegam tão longe.

Este editorial na verdade visava parabenizar nosso primeiro Médium Médico formado: Dr. Hendrick Vieira, que se formou neste ano, e ontem, dia 25/08/2014 recebeu a notícia de que foi aprovado no Exame Nacional de Revalidação de Títulos Estrangeiros, tendo assim seu título aceito no Brasil e podendo solicitar seu registro no CRM (falta o exame prático na verdade, mas este ele tira de letra).

Sei que este Ajanã em breve seguirá seu caminho, ao lado da futura Drª Maiara Xavier, que deverá receber sua titulação junto com minha esposa. Hendrick e Maiara logo serão “papais”, formarão uma bela família, terão todo o conforto que a profissão que conquistaram merece e talvez até percamos contato... mas sei... Tenho certeza: Os Mantras de Luz de suas Iniciações estarão presentes para sempre e aquela sementinha do Ministro Anavo irá florescer onde quer que se encontrem.

Parabéns Mestre Hendrick, parabéns Dr. Hendrick! Conquistaste teu espaço, cumpriste mais uma etapa da jornada que teu espírito escolheu: Médico de Homens e de Almas!

Kazagrande e Nilma

sábado, 23 de agosto de 2014

A Doutrina como eu a conheço


Meus irmãos e irmãs,
Salve Deus!

A Doutrina do Amanhecer é uma Doutrina Crística, ou seja, fundamentada nos valores do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, que sabiamente foi sintetizado em Amor, Humildade e Tolerância.

Tia Neiva agregou os conceitos de família e união entre nosso povo e nosso Mestre Tumuchy, os conceitos científicos. Assim, embora com todos os aspectos religiosos e ritualísticos, estes sempre devem sem esclarecidos sob a Luz da Razão e com explicações plausíveis para cada gesto, movimento ou palavra. Nada em nossa Doutrina é sem explicação, tudo tem um “porquê” e a Luz da Razão não pode permitir esclarecimentos que “agridam a inteligência”. Devemos ter RESPOSTAS!

Como espiritualistas por definição, entendemos que nossas famílias biológicas são, na maioria absoluta das vezes, reagrupamentos kármicos, cuja dificuldade de convivência faz parte de nossa evolução.

Não é diferente no Templo, onde reencontramos desafetos de vidas passadas, porém ali estamos unidos por um ideal comum: curar e encaminhar espíritos! Este nosso ideal missionário, que, se compreendido, pode nos levar a formação de uma grande família espiritual.

Nossos Mentores se apresentam como “pai, mãe, vovô, vovó”. Pai Seta Branca é nosso Pai, não se apresentava como o espírito do Grande Simiromba de Deus que é. Em suas mensagens sempre trazia a comoção do “menor dos pais”, “quero ser pequeno para caber no coração de cada um”. Tia Neiva não pedia para ser chamada de Koatay 108, era apenas “Tia Neiva”, ou nossa “Mãe Clarividente”.

Entendem a sutilizada das mensagens nestas apresentações?

A Espiritualidade deseja que o Jaguar forme uma grande família! Que os Adjuntos e suas respectivas Ninfas sejam aqueles que unificam um povo para servir na Luz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Um dia, quando este grupo espiritual denominado “Jaguares”, assumiu sua primeira missão neste planeta, chegaram como uma grande família, mas sujeitos aos enredos kármicos da vida física, endividaram-se mutuamente, e Pai Seta Branca assumiu o difícil compromisso de nos resgatar pelas missões que poderíamos ainda realizar.

Hoje estamos em nossa última missão na Terra! Sim! Temos nas mãos todas as ferramentas para evoluir e fazer desta, a nossa última encarnação neste planeta. E tudo que precisamos é trabalhar espiritualmente e agregar os valores do Evangelho: Amor, Humildade e Tolerância! E somar os conceitos de união familiar e conhecimento.

Não nos pedem a santidade... Não nos pedem nada que interfira em nossas personalidades, exceto a abstinência ao uso de álcool e drogas (apenas por questões técnicas). Porém, nos dão tudo no fiel cumprimento da jornada! Nos explicam que pelo nosso padrão vibratório podemos ser senhores de nossos destinos e ter tudo que é necessário para vivermos bem e felizes ainda neste plano. Qualquer mudança deverá vir de dentro para fora e por sua própria vontade e decisão.

Estes textos são apenas uma lembrança para o “despertar”! Não demorem tanto tempo para começarem a ser felizes! Libertem-se dos apegos, sorriam para seus irmãos e eleve sempre, sempre, sempre, seu padrão vibratório!

Como eu gostaria de ter entendido tudo isso há muito mais tempo!


Kazagrande

Ação e Reação, ou vingança?


“Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra”. Mateus 5:39

Aí está algo que o homem natural não consegue fazer: oferecer a outra face ao seu agressor. É uma questão de natureza. Seria o mesmo que esperar que um abutre rejeitasse a carne, para comer alpiste. Algo realmente impossível. Assim também é o homem natural, que é movido por impulsos nervosos e instintos primitivos. Às vezes nem precisa que o tapa seja literal, basta um olhar torto, ou que alguém lhe atravesse o caminho, para desencadear uma reação animalesca. Não é isso que acontece no trânsito? Uma simples fechada pode até gerar uma morte. Alguns até conseguem evitar as vias de fato, ficando apenas na esfera das agressões verbais, por questões de etiqueta social, mas, "engolir sapo", "levar o desaforo pra casa"? Pensam: Oferecer a outra face, isso jamais. É sinal de fraqueza, de covardia.

Meus irmãos e irmãs, não é aceitável que um médium, conhecedor da Escola do Caminho, siga intolerante e vingativo! Pelo Divino Mestre já não vivemos mais o “olho por olho; dente por dente”. Deixemos a linguagem da violência, da ignorância. Devemos absorver o conhecimento de que a raiva não é compatível com o que professamos em nossos Templos, e que violência só gera violência.

Vejo nas redes sociais a expressão de muitos sentimentos (entre nós, Jaguares) que fogem por completo de tudo que vivenciamos em nossa vida espiritual. Agressões, ameaças veladas, e muita, mas muita mesmo, “síndrome de vítima”.

“Sentir-se agredido” é muito diferente de ser agredido verdadeiramente. Mas a “síndrome de vítima” faz com que tudo pareça pessoal e agressivo. Não podemos avaliar os sentimentos dos outros! Não sabemos o que se passa em suas mentes, em seus corações, assim, por vezes “nos sentimos agredidos” sem que existisse uma intenção do outro, e pior, geramos uma reação desmedida!

As reações, que alguns dizem ser uma “lei cósmica universal”, são nossa absoluta responsabilidade, e é aí que entra o “dar a outra face”, citado por Jesus. Reagir negativamente somente potencializa o lado negativo de tudo, ao passo que a reação positiva, anula o negativo. Isso sim é uma “lei universal”.

Deixemos de buscar justificativas para nossas reações negativas. Elas não passam do sentimento mais primitivo do ser humano: vingança! Vingança não é reação, vingança é “terra no coração”.

É normal irritar-se, chatear-se, quando tudo não sai como desejamos. Mas porque não questionar a si mesmos? Porque não avaliar o real motivo? Não buscarem nossas imperfeiçoes e nos íntimos sentimentos que moveram nossas atitudes que naufragaram?

Sejamos conscientes! Questionemos a nós mesmos e paremos de choramingar à Espiritualidade respostas que estão dentro de nós!

Não deu certo? Não reaja negativamente! Busque as respostas em você mesmo, antes de sair culpando os outros! Somente reagindo positivamente é que anulamos o mal.

É difícil? Difícil foi a missão do Divino Mestre que mostrou, como encarnado, a possibilidade de poder semear o bem, sempre!!!


Kazagrande

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Esquizofrenia de Hórus


Com o claro início da Conjunção dos Planos, cada vez mais “aparecem” Aspirantes com a Esquizofrenia de Hórus, bem explicada por Tia na terceira parte da carta que publiquei no tópico “Para os Instrutores – 03”.

A maioria destes Aspirantes infelizmente consegue desarmonizar o Instrutor. Dotado de mente ágil, inquisitivo, conhecedor de diversas seitas, correntes filosóficas e até mesmo iniciáticas, é um “sabe-tudo”!

Explica a seu modo tudo o quê se passa em nossa Doutrina, baseando-se em seus conhecimentos prévios, pinçados de diversas teorias. Normalmente é convincente, e acaba confundindo, não só o Instrutor, como também outros aspirantes.

Acompanhei pessoalmente um caso destes há algum tempo atrás. Identificando o problema, devido à descrição precisa de Tia Neiva, pude isolar sua ação e buscar conduzir de uma forma discreta o seu tratamento.

O primeiro passo é mostrar as regras do Desenvolvimento. Não se pode permitir que lhe interrompa a cada instante com uma pergunta, que em seguida vira uma afirmação contundente, onde ele procura demonstrar que sabe mais que o Instrutor. Tem que colocar a premissa de que as perguntas ficarão para o final, e deixar o final com tempo bastante reduzido, impedindo suas divagações. Cobrar dele a perfeição nas técnicas, elogiando sempre sua conduta e reafirmando a necessidade da postura silenciosa ao realizar o trabalho.

No fim de cada aula, após dispensar o restante do grupo, deixá-lo falar o que desejar, sem nunca desmerecer seus pretensos conhecimentos e usar toda a tolerância possível. Não é fácil, mas é possível e gratificante quando atingimos o objetivo. Normalmente o médium que chega nestas condições, ao superar a Esquizofrenia de Hórus, torna-se um Mestre exemplar! Consegue ordenar seus conhecimentos pré-adquiridos e tem um aproveitamento fantástico, tornando-se o que costumávamos chamar de “pé-de-boi”, no Templo Mãe.

A esquizofrenia, em geral, é uma enfermidade espiritual. Obviamente existem casos de deliro mental, o que não deixa de ser uma obsessão do próprio espírito. Todos os demais casos, além da Esquizofrenia de Hórus, são de trato particular. Um Aspirante com esta enfermidade deve ser identificado e tratado com um carinho e cuidado espiritual. Levando-o a consciência do problema, sem jamais apontá-lo como “doente”. Cabe ao Instrutor estar preparado para identificar e tratar o problema.

Kazagrande

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Quero fazer mais!!!


Ao entrar na Doutrina do Amanhecer, invariavelmente, o médium sente a necessidade de querer compartilhar tudo de bom que está descobrindo. Para conter esta euforia inicial, uma das primeiras instruções que recebe, logo na palestra de recepção, é que “não fazemos proselitismo”. Ou seja, não saímos divulgando a Doutrina e não convidamos as pessoas para “entrarem conosco”.

Esta instrução inicial é dada porque cremos que “chega quem tem que chegar” e no momento certo. As pessoas encontram o Vale pela atração magnética provocada por seus Mentores, que avaliam a possibilidade de já estarem prontos para iniciar suas caminhadas, ou já possuírem o merecimento para a necessária libertação de um irmãozinho.

Praticamos a caridade em sua essência mais nobre: ao verdadeiro desconhecido. A aquele de quem não podemos auferir absolutamente nada em troca... A espíritos que não vemos, e a pacientes que saem do atendimento dos Tronos e seguem as recomendações sem ao menos poderem parar para agradecer ao Doutrinador e Apará que o receberam ali.

Entendo o natural sentimento de “fazer mais” que surgem nos bons corações. Olhar as misérias, mazelas e sofrimentos alheios, tão próximos, ter nas mãos a fonte e não encontrar o recipiente para compartilhar a água, pode parecer frustrante. Porém, quem deve trazer o recipiente é o sedento.

O mecanismo de atração deve ser nossa conduta! Pela nossa conduta é que podemos trazer a curiosidade do necessitado, que muitas vezes ainda não se dá conta de sua real situação.

A maneira como agimos, como reagimos... Nossas palavras, nossa paciência, nossa tranquilidade, é que devem despertar no outro inicialmente a curiosidade e posteriormente a necessidade de encontrar um caminho que o conduza ao mesmo estado de harmonia. Somente nosso equilíbrio, em nossas ações diárias é que podem transmitir com verdade e subliminarmente, o convite para que conheçam o caminho que encontramos.

A isso Tia Neiva se referia ao falar que devemos ser “Jaguares as 24hs”. Não era para nos internarmos no Templo! E sim para, com nossa conduta, despertar a curiosidade e a consciência dos que nos observam.

Por isso, meus irmãos, a resposta sobre como ajudar, saciar a fome e sede, não é com “palestras... etc”.... Estas podem ser uma ferramenta para os que possuem o dom da palavra. A resposta é: COM NOSSA CONDUTA DIÁRIA!.


Kazagrande

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Incorporando fora do Templo


Muitos médiuns de nossa Doutrina perguntam a respeito de incorporações fora do Templo. Seja em suas casas, na casa de pacientes ou mesmo em situações que consideram “incontroláveis”. Salve Deus!

O assunto é muito delicado! Para que tenham uma idéia, em 1.984, Tia Neiva afixou um aviso na porta do Templo que dizia:

“O 5º Yurê que incorporar fora do templo perderá suas classificações”

No Templo existe toda uma ritualística para a incorporação... Abrimos nosso plexo ao entrar, nos preparamos na Pira, nos anodizamos com Sal e Perfume, e se vamos aos Tronos para uma comunicação, ainda registramos nossa presença junto a um Comandante, fazemos um cruzamento de forças e ionizamos o Apará. Um convite é realizado com uma determinada Chave e a Entidade identificada perante o conhecimento do Doutrinador. Seria tudo isso em vão? Será que podemos acreditar na incorporação de uma Entidade de Luz fora de toda esta ritualística? Seria tudo sem necessidade? Nossos Mentores iriam desrespeitar as Leis do Amanhecer em uma incorporação? Não!!! Esta é a resposta para todas estas questões.

Entendo que muitos sentem uma “afinidade tão grande” com seu Mentor que sentem sua presença em todos os momentos, mas jamais um Mentor virá para quebrar as Leis do Amanhecer e jogar no lixo toda uma ritualística trazida com tantos detalhes.

Sentir a presença do seu Mentor, sua projeção e intuição, não significa, em absoluto, necessidade de “dar passagem”. Seu Mentor está ali sim, mas não é necessária a incorporação para dar uma mensagem ou acalmar um coração aflito! Lembre que você é 50% da incorporação em qualquer situação, e a mensagem chega com a consciência desperta.

Ao abrir sua aura para uma incorporação sem toda a preparação necessária, e principalmente, sem a presença de um Doutrinador, o Apará se sujeita a tornar-se um “brinquedo espiritual” nas mãos de espíritos de grande conhecimento, mas que ainda seguem vagando pelo etérico da Terra. Lembrem que muitos espíritos conhecem nossa forma de trabalho e ficam muito satisfeitos em poder manipular as mentes dos despreparados, mistificando mensagens belíssimas, mas sem o cunho crístico... Ou seja, aferradas ao deturpado senso de justiça do “dente por dente...”.

Se um Doutrinador faz o convite  para uma Entidade de Luz fora do Templo, ele poderá ser atendido, dependendo de seus bônus, afinal há um custo para isso! Mesmo que seja no seu Aledá, executando o ritual da Carta dos Pequenos Detalhes. Não se iludam, na Espiritualidade importa a Lei da Razão também! Tudo tem um custo, por isso a presença dos cadernos de bônus no ritual.

Certa vez Pai Seta Branca se manifestou na casa do Trino Ajarã, 1º Doutrinador deste Amanhecer... Sabem qual foi sua reação:

“Meu Pai nos perdoe, mas gostaria que o Senhor desocupasse o aparelho, pois o senhor mesmo nos ensinou que só incorporaria em local adequado e com condições apropriadas”. Salve Deus!

Lembremos ainda do Trino Araken, em sua costumeira “dureza”: “Seu Mentor não é seu amiguinho para atender suas mazelas. Ele lhe escuta, lhe aconselha, mas sempre usará a razão para poder lhe atender, se não merece... Salve Deus!”.

Tia Neiva, Trino Araken, Trino Ajarã... para não ficarmos garimpando outros exemplos... Estão todos errados?

Não brinquem com o Sagrado em nossa Doutrina!


Kazagrande

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

AGRADECIMENTO PELO DOMINGO 10 DE AGOSTO DE 2014


Venho agradecer de maneira profunda e sincera aos Jaguares Leopoldo Elear (), Maciana Farias () e Bruno Figueiredo () pelo seu trabalho no dia ontem em nosso pequeno Templo!

Por alguns instantes pensei em manifestar minha tristeza, mas prefiro ater-me às alegrias que revigoram o espírito e elevam nosso padrão vibratório.

- Olha Mestre, veja quem veio sozinho! – disse a Ninfa Maciana.

Olhei surpreendido o jovem que entrava pelo portão do Templo, ainda tremendo a mão esquerda, mas carregando um indisfarçável sorriso nos lábios. Não sabia seu nome... Apenas recordava da primeira vez que veio, há umas três semanas, sendo contido pelos parentes e terrivelmente obsediado. Desesperados, os pais tentavam segurá-lo, depositavam em nossos trabalhos talvez uma última esperança depois de terem passados em tantos lugares. Hoje ele voltava só! Caminhando e sorrindo!

Conter as lágrimas nestas horas é difícil...

Horas depois chegou sua mãe, repetindo tantas vezes quanto possível: “Gracias, gracias...” (muito obrigado!).

Prefiro guardar esta lembrança do dia ontem, tão triste para mim como Adjunto.

Prefiro guardar a recordação da Ninfa Cremilda, ainda de branquinho, em seus primeiros passos, feliz por trazer um pudim e vê-lo devorado em poucos minutos em meio a incontáveis elogios a sua perícia de cozinhar.

Prefiro guardar as lágrimas da Ninfa Maciana, ao desincorporar depois de atender todos os pacientes sem importar-se com o resfriado a incômoda coriza. Prefiro recordar a vontade contida de nos abraçarmos ali mesmo nos Tronos, ao fim do trabalho com a missão cumprida.

Prefiro recordar o Leopoldo organizando os trabalhos seguintes, o Bruno imantrando sem ausentar-se de dentro do Templo...

Nada mais!

Peço perdão ao Pai pelos momentos que me senti só! Agradeço aos Jaguares que me acompanham e esqueço as tristezas de Adjunto, compreendendo agora as muitas das lágrimas derramadas por Tia Neiva.

Obrigado! Salve Deus!
Kazagrande – 10 de agosto de 2014.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Desequilibrado



Sendo Missionários podemos identificar claramente quando uma pessoa se aproxima de nós em desequilíbrio.

A pessoa em desequilíbrio mergulha intensamente em suas emoções e não nos compete julgar se estas procedem ou não, se os motivos são reais ou considerados banais pela nossa mente. Pois, antes de tudo, devemos reconhecer que ela está sofrendo.

Temos que compreender que cada um tem a “maior dor do mundo” e que os motivos são irrelevantes em nossa condição de enfermeiros espirituais.

Em desequilíbrio o padrão da pessoa entra em baixa, e ela passa a receber todas as vibrações negativas, que circulavam sua aura, na espera da frequência correta para atuar. Também permite o assédio de nossos “irmãozinhos” que desejam a liberação de energias pelas fortes emoções negativas. Ou seja: um verdadeiro ciclo vicioso, extremamente prejudicial! A tendência é ir aumentando e piorando até o exaurimento das energias do desequilibrado ou a mudança de sua tônica vibratória.

Não adianta tentar apelar para o lado da razão, pois a emoção está dominando naquele momento e só vai gerar ainda mais ansiedade e questionamentos repletos do mesmo desequilíbrio.

Mas como tratar destes casos?

O melhor é inicialmente deixar clara sua intenção de ajudar. Colocar-se ao lado da pessoa, para que entenda que não está sozinha. Sem questionar, argumentar e tentar solucionar o problema da pessoa. Não adianta apresentar soluções, pois a pessoa não está pronta para ouvir nada, ela precisa é de apoio, compreensão, carinho. Precisa de um abraço, de uma forte carga de energia positiva, para neutralizar sua negatividade.

A partir deste primeiro passo surgirão duas situações: ou a pessoa se apega e começa a melhorar seu padrão vibracional, ou suga sua energia e continua negativa.

Tendo se apegado e começado a melhorar as vibrações, aí se pode aplicar a razão. Pois só conseguimos ajudar quem deseja ser ajudado. Mas se você sentiu que foi sugado e a negatividade permanece? Salve Deus! É hora de bater em retirada e procurar auxiliar de outra maneira: Rezando! Peça por aquela pessoa, e tenha certeza que cada um recebe de acordo com sua sintonia e merecimento.

Só devemos auxiliar a quem pede, e efetivamente só conseguimos ajudar a quem permite!

Em nossa relação pessoal, como nossos Mentores, ocorre do mesmo jeitinho! Se você se desespera e se desequilibra, seu Mentor se aproxima tentando lhe inspirar algo positivo. Tornando-se receptivo, seu padrão começa a mudar e o momento pode ser superado. Agora, se não aceita os bons pensamentos e liga-se ao círculo vicioso das energias circundantes e dos irmãozinhos ansiosos pela sua energia... Salve Deus!

Kazagrande

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Correntes Negativas


Salve Deus!

Agora que falamos de "Vibrações" torna-se necessário esclarecer sobre “Correntes Vibratórias”. Não falo das Correntes Mediúnicas (canais de transmissão) e os Cruzamentos de Correntes, isso já foi abordado anteriormente.

Vamos esclarecer sobre aquelas correntes que são especificamente rompidas pelo trabalho de Indução.

Mas o quê é uma Corrente Vibratória?

É a ligação entre dois ou mais seres (encarnados e/ou desencarnados) vibrando em um mesmo padrão.

Exemplos:

Positivamente: ao nos unirmos em oração em favor de uma pessoa, buscamos elevar nossos pensamentos e transmitir nossa energia em benefício de alguém. Esta pessoa, estando em condições vibratórias de receber esta energia, torna-se o receptor do que emitimos, formando uma corrente positiva, que irá beneficiar a sua vida, melhorar sua saúde física, mental e espiritual. Podendo inclusive auxiliá-la em toda a sua vida material.

Negativamente: somos agredidos verbalmente por alguém, que nos humilhou ou nos faz passar por uma situação constrangedora. Naturalmente passamos a vibrar negativamente naquela pessoa. Muitas vezes a mágoa é tão forte que persiste por horas, dias e cada vez que lembramos daquela situação emitimos uma energia negativa contra o agressor. Este, estando com seu padrão baixo, continuando em seus desatinos, torna-se um receptor destas energias, formando uma corrente que alimenta este círculo vicioso e o faz continuar provocando situações desagradáveis para outras pessoas. Prejudicando além dele próprio, outros com quem tem relacionamento.

Como se forma uma Corrente Negativa?

O mecanismo de formação de uma corrente é como descrito acima: Precisa de um receptor e de um emissor (ou mais). De modo que todos os sentimentos negativos, se emitidos de forma constante, direcionados a uma pessoa cujo padrão vibratório permita ser atingida, irá formar uma corrente negativa.

A inveja, o ciúme, a maldade, o egoísmo, a agressão, a fofoca, a mágoa e até mesmo uma paixão obsessiva, podem formar, com relativa facilidade, uma corrente negativa.

É muito difícil manter o padrão vibratório elevado nas 24 horas do dia, por isso sempre em algum momento em que nos irritamos, que saímos do equilíbrio, temos que tomar cuidado para ter a consciência da necessidade de retornar ao nosso padrão normal o mais rapidamente possível, evitando a formação de um círculo vicioso.

Quando nos desequilibramos, por uma situação qualquer, não podemos nos manter naquele estágio inicial de revolta. Temos a obrigação de buscar imediatamente nosso reequilíbrio, para evitar que se forme uma corrente que nos envolve e nos derruba cada vez mais.

Alguns Exemplos:

A Fofoca é um dos piores formadores de Correntes Negativas! Se propaga rapidamente, levando diversas pessoas a vibrar negativamente contra um receptor, formado vários cabos de energia, verdadeiras correntes que envolvem a pessoa, dificultando toda a sua vida.

O Ciúme: O ciúme é um sentimento que facilmente pode formar uma corrente negativa. A vibração constante de dúvidas, insegurança e medo, mantendo os pensamentos em baixo padrão direcionados a uma pessoa, forma como um “fio energético”, um verdadeiro canal de transmissão direta que chega ao receptor, atingindo-o em todos os instantes de oscilação de seu padrão vibratório. Fazendo com que cada situação negativa que a pessoa passar, acabe lembrando instantaneamente do seu emissor, mesmo que ele nada tenha haver com a situação vivida.

Não quero ficar falando de outros sentimentos negativos, mas todos atuam da mesma forma, em maior ou menor intensidade.

Quais as conseqüências de estar envolto por uma Corrente?

Estando envolto por uma corrente negativa, a pessoa naturalmente ingressa em um circulo vicioso, pois seu padrão fica mais facilmente sujeito às vibrações daquela natureza. Não tem facilidade, ou simplesmente não consegue atrair coisas boas para si. Os negócios não dão certo, as pessoas se afastam, fica irritadiço ou depressivo com igual facilidade e acaba sendo clinicamente taxado de “bi-polar”.

A pessoa sente-se literalmente “amarrada” em tudo que vai fazer, e por mais que se esforce para manter seu padrão em coisas boas, pensando que tudo vai dar certo, logo chegam os pensamentos negativos a insuflando pensar que “pode dar tudo errado”.

As conseqüências para os emissores da corrente não mais amenas... Afinal está gerando um desequilíbrio e a Lei Universal nos ensina que aquele que desequilibra terá que pagar. Tudo o que emitimos tem um valor. Se for para o bem, é contabilizado em nosso favor, se for para o mal... Salve Deus!

Como opera a Indução?

A Indução é um maravilhoso trabalho de grandiosa precisão e poder. Dispõe de uma nave exclusivamente para sua realização. Ao passar pela Indução, as correntes negativas são absorvidas e rompidas pelo poder do trabalho. Creio que a explicação completa deste trabalho ainda será objeto de um outro texto, para não nos alongarmos demais hoje.

Rompendo as correntes, a pessoa sai de lá pronta para um novo começo, e vigiando seu padrão vibratório, poderá evitar novas formações e seguir sua vida sem as “amarras” que antes atravancavam sua jornada. De modo que naturalmente os negócios parados começam a se mover, as pessoas voltam a se aproximar, e os problemas de irritabilidade e depressão desaparecem sem medicamentos fortes. A vida material caminha livre para seguir seus destinos cármicos.

Porém cabe ressaltar que: A Indução não é um trabalho mágico para sua “vida material”! É muito triste verificar que muitos médiuns chegam no Templo pensando em fazer uma Indução em benefício próprio, afinal este trabalho rompe as correntes tanto dos pacientes, quando dos médiuns que dele participam na formação.

Ao entrar no Templo nossa preocupação deverá ser somente servir! Havendo a necessidade de passarmos por uma Indução, com certeza nossos Mentores nos proporcionarão a oportunidade.

Como evitar a formação de novas Correntes?

“Meu filho, o teu padrão vibratório é a tua sentença”  - Tia Neiva

Temos a obrigação de, aos nos depararmos com situações que “nos tiram do sério”, buscar imediatamente o reequilíbrio. Ter a consciência neste momento do quanto de mal que podemos receber, e mais do que isso ainda... Do quanto de mal podemos causar! Afinal, sabemos que temos um plexo iniciático, e nossa revolta, nossa vibração em desfavor de alguém, tem um peso desproporcional em qualquer  situação. Nossa resposta vibratória será sempre maior que a do agressor. Por isso, mesmo “tendo razão”, temos que saber que não podemos revidar, não seria justo!

Em outro texto ainda chegaremos a “Quando uma corrente negativa é formada entre Jaguares... Um contra o outro...” Salve Deus!

Kazagrande

As Fofocas


Com certeza, nos momentos em que perdemos nossa sintonia nos Trabalhos e Rituais, nos colocamos a mercê de forças esparsas. Ideal para desperdiçarmos energias valiosas para a Espiritualidade e para nós mesmos, para nossa Evolução.

Um dos maiores malefícios que assola nossa tribo é a fofoca! Imagino como seja triste para nossos mentores observar seus tutelados desperdiçando valiosas energias, que poderiam ser empregadas em favor da cura desobsessiva dos necessitados, jorrando para a alimentação de correntes negativas e vibrações de egoísmo, inveja e recalque.

Para iniciar uma fofoca, além do “fofoqueiro de plantão”, falador nato, desprovido de bondade em seu coração, é necessário ao menos um receptor para seus mexericos, suposições e venenos.

Este receptor, por vezes desavisado e com certeza despreparado, completa a interligação, formando uma corrente que a ninguém irá beneficiar.

Falar de coisas que não se pode resolver, da conduta de outros irmãos e da inveja dissimulada em boa vontade, é o mote principal do início destas tristes correntes.

Uma receita simples, muitas vezes já distribuída pela internet, e que a maioria já conhece sem dar a devida atenção, é uma forma de destruir quase todos os tipos de maledicência, perversidade, falta de humildade e síndrome de “sabe-tudo”.

Verdade? - Está absolutamente certo que o quê vai contar (ou ouvir) é verdadeiro?

Bondade? – Vai falar algo bom? Vai fazer algum bem, para alguém, falar (ou ouvir) isso?

Utilidade? – Vai me servir para alguma coisa contar (ou ouvir) isso?

Se o quê deseja dizer-me não é verdade, nem bom e nem tão pouco me será útil, qual o meu interesse em saber?    Nada mais a acrescentar...

Kazagrande

Se você ainda pensa em julgar


Lembre que normalmente quando olhamos as faltas dos outros não estamos olhando para aquilo que fazemos. Que aquilo que condenamos hoje pode tornar-se nosso amanhã!

Se ainda pensa em julgar escute antes o silêncio, não se envolva na amargura dos que se dizem vítimas e que se esforçam para confundir ou colocar em seu bom senso o veneno da parcialidade. Afinal, nunca é possível conhecer completamente uma história, pois a realidade, além do enxergamos, conta com o invisível e seus participantes ocultos no manto etérico.

Se ainda pensa em julgar olha para a história, que inutilmente tenta resgatar tantas memórias corrompidas pelo fel da injustiça. Lembre que quantas vezes a calúnia bateu a sua porta e que algumas vezes também você não pode se defender delas.

E se ainda pensa em julgar, olha para o espelho da vida e para o espelho físico da realidade. Lembra do passado de pequenos erros que causaram uma dor que hoje você pode ter esquecido, mas que ficaram marcadas na alma, e por vezes do espírito de quem foi vítima.

Se ainda assim pensa em julgar, em ser um justiceiro, em semear a vingança sobre o pretenso manto da justiça, lembra de que o peso que hoje usa é o mesmo que terá em sua balança na hora em que reencontrar os que feriu por não saber amar.

Kazagrande

Para que complicar?


Nossa missão é doutrinar e emanar, ponto!

Somos médiuns porque assumimos, ainda nos planos espirituais, a missão de vir a este plano físico com um excedente de produção energética, resultando no compromisso de emprega-lo de maneira positiva e em prol da caridade.

Comprometemo-nos estar à disposição para a prática da caridade e este é o compromisso maior! Ele se sobrepõe a tudo!!!

Devemos entender que ir ao Templo é a forma de cumprir este compromisso e lá vamos para praticar a caridade. A verdadeira caridade, aquela realizada para o desconhecido, encarnado ou desencarnado.

É uma missão assumida espontaneamente, primeiramente por nosso espírito e agora por nossa própria alma, ao aceitar o convite para ingressar nesta Doutrina.

Não vamos ao Templo para observar os outros, criticar, julgar, invejar, namorar... sabem por quê? Porque, ao entrar no Templo, deve predominar sua Individualidade, a sua consciência transcendental deve ser despertada e quem está ali é o espírito que nos habita, não o Kazagrande, a Maria, o João. É o nosso espírito com todo um conhecimento adormecido, com heranças de passagens por este plano, preparado e compromissado para trabalhar.

Ao abrir seu plexo na porta do Templo, você deixa de existir e deixam de existir seus problemas. Você vai ajudar a solucionar os problemas dos outros, já passou da fase de paciente e fez assim porque quis!  Agora vai para praticar a caridade.

Seu espírito tem uma família espiritual, tem o conhecimento de séculos, tem heranças e tudo estará a sua disposição ao mergulhar na Individualidade.

Nossa personalidade ainda é mesquinha, ligadas às coisas da Terra, aos sentimentos, aos desejos, às frustrações. Por isso ela tem que ficar de fora.

Jaguar, é hora e cumprir sua jornada! De parar de olhar com inveja para as Classificações, de parar de criticar aquilo que você mesmo ainda não faz.

É hora de parar de bancar o santinho e entender que somente enxugando as lágrimas alheias, é que seus olhos olharão o que deve ser olhado.

Cada um tem a maior dor do mundo e deve ser respeitado.

Sua Individualidade está ali para trabalhar e não ficar vendo se o outro está fazendo certo. Já tivemos várias encarnações em conjunto e com isso nossos relacionamentos geraram cobranças mútuas. Permitindo que a personalidade transitória nos domine, também nos reencontros dentro do Templo, inconscientemente estaremos sempre a nos “cobrar”. A única certeza que podemos ter é que todos que ali estão já deram o primeiro passo para a evolução: assumiram um compromisso Crístico! Mais cedo, ou mais tarde, irão despertar e passar a olhar pelo prisma da Individualidade.

Se consideramos terrível encontrar um cobrador dentro da Doutrina; se julgamos nossos irmãos por suas atitudes impensadas ou mesmo injustas em relação a nós; imaginem como seria se este “cobrador” fosse seu chefe? Se fosse seu familiar? Seu vizinho? Não poderia ser muito pior?

Paremos de uma vez por todas de julgar, de considerarmos que somos melhores que o outro, que poderíamos fazer mais e melhor que aquele... Não podemos ver o espirito que habita cada corpo e seu real nível de evolução! Muitas vezes aquele irmão escolheu a dura prova de uma encarnação sem a possibilidade de enriquecer, de aculturar-se, e seu espírito evoluído sofre com a limitação do físico e intelectual. Podemos ao menos imaginar como se sentiria o espírito de um grande rei, ao despir-se da riqueza e cultura e tornar-se um “ser comum”, cuja única coisa que o torna especial é estar em uma Doutrina hierarquizada. Até despertar para a verdadeira missão, ele irá correr atrás de comandos e classificações, será duro, terá uma arrogância “natural” do caráter... Mas, cedo ou tarde, a voz do  espírito desperta, trazendo o motivo da missão e da provação.

Compreensão meu irmãos! Compreensão não quer dizer aceitar tudo. Compreensão é tolerar porque se tem a consciência, porque a mente despertou. Não precisa aceitar e concordar com as atitudes, basta que calcem os sapatos alheios e procurem entender as atitudes que nos parecem impensadas.

O conceito de certo e errado é inerente ao conhecimento de cada um. Hoje, algo naturalmente certo passará a ser errado ao adquirirmos o conhecimento sobre o assunto. Não podemos exigir que todos pensem iguais, saibam as mesmas coisas, e ajam da mesma maneira! Seria inútil nossa encarnação se fosse assim!

Marquemos ao menos algumas palavras desta pequena mensagem: Individualidade, Caridade, Tolerância e Compreensão.

Kazagrande