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Mostrando postagens de Novembro, 2010

NOTA DE ESCLARECIMENTO: Fábrica de Médiuns

Em resposta ao comentário ofensivo e pessoal que recebi pela publicação do “Fábrica de Médiuns”, onde fui acusado de estar “cutucando os Trinos”.
Este artigo não tem por finalidade julgar a ninguém, nem tão pouco “cutucar” os Trinos. Salve Deus!
Creio firmemente que jamais um Trino teria conhecimento de que um emplacado em uma semana, na semana seguinte é “fabricado” centurião.
Como escrevi há poucos dias, sou apenas um jaguar comum, não questiono e nem posso questionar a ninguém, quem tem autoridade para assumir, que assuma a responsabilidade pela Consagração, mas que recorde de verificar como fica o Médium depois de recebê-la.
Embora pudesse, não cito nenhum nome, nem de médiuns, nem de Mestres, nem de Templos.
Apenas expresso o quê aprendi: A espiritualidade tem um cronograma de preparo do plexo mediúnico que deveria ser respeitado. Principalmente em relação à Centúria!
Repito, não tenho a menor intenção de ofender a ninguém. Caso a Contagem das Aulas esteja incorreta, compreendam que nã…

NOSSO LAR – O FILME

Salve Deus! Disponível para baixar gratuitamente (sem aqueles códigos de celular) o filme Nosso Lar. A qualidade está muito boa, tanto em áudio como vídeo.
Basta clicar no link abaixo, e na nova janela que se abrirá escolher a opção “download mais lento” (este é grátis!). Abrirá uma contagem regressiva e depois da contagem, clicar novamente em “download mais lento”.
Arrisco dizer que este filme é “obrigatório” para todos os espíritas!
Kazagrande
Para baixar clique aqui - http://www.fileserve.com/file/xZ9VPKd
Sinopse: O filme “Nosso Lar” é baseado no livro homônimo de Chico Xavier No filme ao abrir os olhos, André Luiz sabe que não está mais vivo – embora sinta fome, sede, frio, ele percebe que não pertence mais ao mundo dos encarnados. Ao seu redor, uma planície escura, desértica, tenebrosa, marcada por gritos e seres que vivem à sombra. As dúvidas e as dores intensificam-se. Que destino seria esse? Novas lições e conhecimentos, marcados ainda por momentos de dor e sofrimento, estão no cam…

As Tupinambás

Minha sinceras homenagem a Falange de Pai Seta Branca.
Kazagrande
Yone Turial de Almeira, Primeira Tupinambá, acompanhou Tia Neiva em sua jornada, desde 1974. Oito anos depois, assumiu a missão dada por pai Seta Branca: criar a falange Dele.
Conta a Ninfa Yone:
- Em 1982, eu era Muruaicy, mas tinha saído da Falange. Tia Neiva mandou que eu voltasse, para ser Regente, porque a Primeira Muraicy (Rilza) estava afastada. Na Estrela, no dia da Consagração da Dinah como Primeira Dharman-Oxinto, a Tia disse: "Minha filha, você vai ficar aqui do lado, não vai ser mais Regente Muruaicy, o Pai Seta Branca disse que sua missão vai ser outra".
- No dia seguinte na casa de Tia Neiva, fui informada por ela que a minha missão era formar a falange de Pai Seta Branca, pois ele disse que tinha chegado à hora.
- A missão da falange, naquele momento, tinha um cunho social, era o Serviço Social da Doutrina. A Tia deixou escrito: "A falange Tupinambá tem acesso à direção da Casa Grande", porq…

Mestre Valdemar

Para mim é muito bom lembrar do Mestre Valdemar. Poucas vezes nos falamos, mas sempre que tivemos a oportunidade de conversar foi algo intenso, marcante.
Lembro da primeira noite que passei no Vale do Amanhecer... Antes de ser encaminhado para o Orfanato, dormi a primeira noite no sofá do seu escritório. Mestre Elias, um Adjunto Sivans, desencarnado há uns 15 anos (se não me falha a memória), foi quem me levou até ele. Convidou-me para tomar um café com pão e pacientemente respondeu um monte de perguntas que pipocavam em minha cabeça.
Depois deste primeiro dia, muito tempo se passou até que nos encontrássemos para conversar de novo. Era quase impossível encontrá-lo só, sempre estava rodeado de sua falange. Mas, estranhamente, todas as vezes que paramos para conversar estávamos sós.
Muitos conselhos e muitas risadas. Ele sempre contava alguma história pessoal vivida e que ficava como aprendizado válido até o próximo encontro.
Convivi muito pouco mesmo com ele, mas ao recordar vem uma sauda…